TV, Música, Esporte e Tudo Mais

August 24, 2009

Fim de Jogo

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A última postagem do blog foi dia 13 de Julho, Dia Internacional do Rock. Hoje é dia 24 de Agosto e não tive tempo para nenhuma atualização.

Ou seja, estou encerrando as atividades do blog.

Foi muito legal, acho que consegui falar sobre coisas bacanas, outras nem tanto, passei algumas informações. O saldo é positivo, e fica a sensação de dever cumprido comigo mesmo.

Talvez, quem sabe?, eu retorne um dia desses. Por enquanto deixarei os posts no ar e continuarei a passar por aqui, para responder comentários sobre os posts históricos. E continuarei a visitar os amigos dos blogs em destaque.

Valeu! Grande abraço a Todos!

Cesar

July 13, 2009

13 de Julho, Dia Mundial o Rock

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Mas o Rock tem algo a comemorar?

Pode até parecer que não, mas tem sim.

A despeito das rádios e TV’s maltratarem o Rock, dando espaço a ritmos hoje mais populares, o Rock continua firme e forte, e mais firme e forte do que muitos supõem.

Ainda que não se goste - e eu não gosto mesmo - há muitos grupos Brasileiros de Rock no gosto dos adolescentes, como os indefectíveis NX Zero e companhia. Gostaemos ou não, lá estão eles impunhando suas guitarras e tocando com algum peso.

Lá fora também há uma série de bandas parecidas com estas que fazem sucesso, mesmo que seja passageiro e duvidoso. Confesso que me incomodam, pois tocam tudo na mesma altura, embolado, não dá para ouvir nem entender nada, mas a molecada gosta. E é Rock.

Um lance legal é ver uma série de cantoras que acabaram de sair das fraldas e agoram buscam o mundo pós-teen tocando pesado e fazendo um Rock bem festivo. Está lá, por exemplo, a Hannah Montada, digo, Miley Cyrus. É a volta do Grrrrrrl Power, em versão Disney!

Sem contar que os veteranos estão fazendo bonito. Os álbuns recentes de AC/DC, Metallica, REM são excelentes, além da volta do Guns ‘n Roses - com um ótimo álbum, ainda que propositalmente esquecido pela grande mídia - e mais recentemente a chegada do Chickenfoot.

Mais: muitas bandas da década de 90 estão voltando, como os emblemáticos Faith No More e Jane’s Addiction (a banda de Dave Navarro antes de virar Popstar).

Ou seja, por mais que tentem matá-lo, o Rock sempre se reinventa, e tal qual um Highlander, mantém-se vivo e eterno. Rock ‘n Roll will never die!

July 10, 2009

Twitter e os 15 Minutos de Fama na Internet

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Andy Warhol foi um artista plástico que ficou famoso na década de 60 por algumas coisas. Primeiramente, por ser um dos mestres da Pop Art, estilo que misturava cores e conceitos de publicidade às artes plásticas em geral. Na música, foi mentor e financiador da banda Velvet Underground, de estilo marcante no rock dos anos 70. E por conta de uma frase: "No futuro, todos serão famosos por 15 minutos", em alusão à massificação da cultura.

Interessante como esta ideia se aplica a diversos segmentos, especialmente na cultura de massa, com celebridades instantâneas e efêmeras, cantores e bandas que se notabilizam por serem One Hit Wonders, Big Brothers e afins. Mas há um lugar onde isto se notabiliza, mas poucos percebem: a Internet.

O mais novo membro da "Galeria Andy Warhol de Febre Internética" é o Twitter. Não há celebridade ou pessoa comum que não tenham sua conta na comunidade dos 140 caracteres. Claro, tudo porque o mundo é dinâmico e precisamos estar conectados 24 horas por dia, já que somos multitarefas.

Mas, puxando pela memória - enquanto funciona - já ouvi falar coisas parecidas sobre vários outros "instrumentos" da Internet, como o Netscape, o ICQ, o MSN, o Skype, o Linux, o MySpace, Orkut, Yahoo, You Tube, Google e por aí vai. Todos surgiram como a nova maravilha do mundo virtual, os heróis da resistência, aquele sque bombardeariam os alicerces do estabilishment e das grandes corporações.

O que aconteceu com cada um deles?

Aqueles que sobreviveram, ou se transformaram justamente em grandes corporações, ou foram absorvidos por estas. Mas em geral, foram esquecidos, substituídos por novas tecnologias e novidades, novos membros da Galeria Andy Warhol, como hoje é o Twitter. E como ontem foram os blogs, como este.

Aguardem, que o ponteiro está girando. Daqui a pouco alguém inventa algo novo e o Twitter acaba incorporado a alguma plataforma, ou vira coisa de veterano, quase sem utilidade.

Chickenfoot

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Quando foi anunciada em 2008 a formação de uma "superbanda" formada por Sammy Hagar, Michael Anthony, Chad Smith e Joe Satriani, logo pensei "Putz, lá vem outra daquelas bobagens caça-níqueis".

Obviamente, parando para pensar por apenas 1 segundo, percebe-se que nenhum dos 4 é exatamente alguém sem dinheiro e que precise de artifícios como uma reunião dessas para levantar uma grana. Logo, melhorei as expectativas, que cresceram ainda mais quando Sammy disse numa entrevista que o nome da banda seria "Chickenfoot".

Sim, nada mais recheado de galhofa e fanfarronice que uma banda se chamar Chickenfoot, especialmente numa reunião entre amigos após alguns shows no bar Mexicano de Sammy Hagar. Ou seja: rock, amizade e tequila, vindos de um bando de músicos espetaculares.

Eis que surge o álbum homônimo, após alguns meses de gravações. De cara já aviso: fazia tempo que não surgia uma álbum de Rock tão festeiro, bom, pesado, animado e brilhantemente executado como "Chickenfoot". Não há ressalva a ser feita sobre este álbum, que à primeira audição lembra fortemente os bons tempos de Van Halen - nada mais natural, afinal a voz é de Sammy Hagar e o baixo é de Michael Anthony - mas que ao longo das audições vai se dissipando e fica "apenas" a certeza de que é um grande trabalho.

A dupla Sammy/Michael já se conhecia de outras baladas, mas os grandes destaques são, sem dúvida, Satriani e Smith. Por que? Oras, Satriani é um gênio, mas um gênio que trabalha sozinho, exceção feita a alguns shows com o Deep Purple. Como se sairia numa banda? Melhor impossível. A assinatura e caracterísitca de sua guitarra está lá. Sabemos que é ele quem está tocando, mas inserido no contexto de banda, contido, inteligente, breve, prático e perfeito.

Já Chad Smith vai além. Todos o conhecem das batidas Funk/Rock do Red Hot Chilli Peppers, mas ele encara com perfeição e maestria a função de baterista de Hard Rock - faceta que eu desconhecia, ainda que o considerasse ótimo baterista - e segura a cozinha d abanda muito bem.

O álbum é uma sucessão de grandes músicas: começa com "Avenida Revolution", pesada, densa, e vai passando por faixas Hard Rock rápidas e alegres, festivas, como "Oh Yeah" e  "Down the Drain", e até baladas e coisas mais leves, como "My Kinda Girl" e "Learing to Fall".

"Chckenfoot" é daqueles álbuns que vieram para fazer história. Combinação de grandes (e famosos) músicos que deu certo, espero apenas que não seja um filho-único-de-mãe-solteira, e que seja o primeiro de vários bons álbuns. O Rock precisa disso.

June 26, 2009

Michael Jackson

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Todo mundo já falou tudo sobre ele.

Por isso, sem me prolongar demais, era pra mim uma espécie de "Dr. Jackyl & Mr. Hyde" da entretenimento. Na música foi brilhante, ícone, gênio, e tão fundamental quanto os Beatles. Na vida pessoal, especialmente com o passar dos anos, um louco.

Fiquemos com a genialidade artística. Na prática, já fazia falta havia muito tempo, quando deixou que Mr. Hyde tomasse conta. Agora, de forma definitiva, será "apenas" uma lembrança de alguém que mudou a música Pop, em som e imagem.

June 22, 2009

Futebol: Seleção, Brasileiro, Copa do Brasil…

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Pra variar, o futebol anda comendo solto, e tem muita coisa acontecendo.

SELEÇÃO - A Copa das Confederações está rolando na África do Sul, e serve de teste para a próxima Copa do Mundo. Honestamente, como não vou pra lá, não me interessa a estrutura, ainda que eu tenha um enorme interessem em visitar o País, por conta da selva (sim, lá, diferente do Brasil, há selva!). Futebolisticamente, Brasil e Espanha, dentro do esperado, vêm demonstrando bom futebol e devem fazer a final, caso não surja nenhuma zebra. E olha que na África é o lugar certo para que surjam zebras, mas…A Seleção vai se ajustando e o momento é bom, com partidas muito boas de Júlio Cesar, Lúcio, Juan, Maicon, Ramires, Kaká e Luís Fabiano. A base vai se firmando e Dunga, quem diria, vai se garantindo pra Copa.

COPA DO BRASIL - Corinthians e Internacional fizeram a primeira partida da Final, jogada em São Pauloe  vencida pelo Corinthians por 2 a 0. Ótima vantagem para a partida final, em Porto Alegre, e um grande jogo. Aliás, o melhor do ano, pra mim. Velocidade, bom posicionamento tático, boas jogadas. Mesmo com a boa vitória, nada está decidido em favor do Corinthians, pois a equipe do Inter é ótima e ainda terá o retorno de 2 jogadores importantes, Nimal e D’Alessandro. A partida final, dia 1º de Julho, promete ser outro jogaço.

LIBERTADORES - O retrospecto das equipes contou muito e a semifinal montada é justíssima. De um lado Grêmio e Cruzeiro, o que garante um time Brasileiro na final, enquanto do outro jogam o Argentino Estudiantes e o Uruguaio Nacional. Partidas sem favoritos. No jogo entre os Brasileiros haverá o confronto entre a força do Grêmio e o toque de bola do Cruzeiro. Já na outra partida, vai sobrar vontade e força. Se eu tivesse R$ 1,00 para apostar, diria que a final será entre Grêmio e Estudiantes, com título para a equipe Argentina. Mas não boto nenhuma fé neste palpite, por isso, nem venham querer confirmar a aposta.

BRASILEIRO - O Campeonato Brasileiro segue em ritmo forte, com o Atlético Mineiro na liderança, após boa vitória sobre o Santos. Não acredito na força da equipe de Minas Gerais, mas ao menos vem mostrando bom futebol. Ainda é um campeonato muito aberto, sem favoritos claros, epsecialmente porque Inter, Corinthians, Grêmio e Cruzeiro estão divididos entre duas competições, e São Paulo e Palmeiras acabaram de ser eliminados da Libertadores. Ainda há muita coisa para acontecer. Mas o campeonato vem bem, com bons jogos.

MURICY - pra mim, ficará na história do São Paulo como um grande vencedor. Mas já foi tarde. O futebol é feito de ciclos, e o dele já havia acabado há algum tempo. Questionam porque não os clubes Brasileiros não fazem como na Europa, em que casos onde há atrito entre atletas e técnico, preserva-se o treinador e troca-se o elenco. Aqui, o atleta é "patrimônio" do clube, precisa gerar receita e dispensas desvalorizam o parimônio. Lá, jogadores são funcionários. No Brasil há uma relação que favorece aos atletas, em detrimento do treinador. Não lembro quem disse, mas algum treinador famoso (acho que foi o holandês Rinus Mitchell) disse que "um time vencedor dura 2 anos. Depois disso há que se reciclar por completo". É verdade, e isto vale também para os treinadores.

June 12, 2009

ER e o início de sua última temporada

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Apesar de absurdo atraso em relação aos EUA, começou nesta semana a 15ª e última temporada de ER. E começou de forma explosiva, dramática, triste e deixando claro que não veio para passar desapercebida.

Além da correria habitual do General County, começamos a temporada simplesmente com a morte de Pratt! Só isso!

Muita tensão, momentos de drama nas alturas, e aquilo que se esperava como natural - que no final ele se salvaria após um acidente que gerou sérios danos físicos - não ocorreu. E a última temporada começou trazendo o melhor que ER sempre teve, depois de duas temporadas bastante fracas.

Ao menos parece que a série terá um fim digno. Toda Quarta, às 22hs, na Warner. 

HOUSE - Final da 5ª Temporada

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Foi uma temporada irregular, e certamente não é a melhor da história da série. Mas o desenrolar dos acontecimentos levou a um final inimaginável.

Temos que dividir esta temporada em partes, ou núcleos: há o desenvolvimento do grupo de apoio (Thirteen, Foreman, Taub e Kutner), que tomou boa parte das ações, com o comportamento conturbado de Thirteen e sua doença, paulatinamente solucionado com seu relacionamento com Foreman; a frieza de Taub e suas angústias; culminando com o suicídio de Kutner. Teve estória para todo mundo e passaram a fazer parte, efetivamente, do enredo da série.

Mais para o final da temporada notamos um foco em Cameron e Chase, desde a crise de relacionamento ao casamento, nas cenas finaos do último episódio. Ainda são importantes e abrem possibilidades de aumento da participação na próxima temporada. Especialmente por conta do "núcleo duro" da série, formado por House, Cuddy e Wilson. E aqui tivemos, naturalmente, muita novidade.

Tivemos de tudo: Cuddy adotando um bebê, Wilson indo embora e voltando e House. Durante toda a temporada, o Doutor este disperso, mais preocupado com os outros que com seu trabalho. Mais que isto, ele entrou em processo de surto, especialmente após a morte de Kutner, o que incluiu desde alucinações com a falecida Amber, até a alucinação de que teria dormido com Cuddy e abandonado o Vicodin.

No fim, a solução improvável, que partiu dele próprio: internação numa clínica psiquiátrica. Muito interessante o desfecho de uma temporada irregular, mas com bons episódios, especialmente na fase final. Mas, o que esperar da próxima? Depende de como os roteiristas trabalharão esta internação de House.

Um excelente gancho, que nos deixa uma pergunta: quando começa a sexta temporada?

May 25, 2009

American Idol: E lá se foi outra temporada

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Que "American Idol" é o grande programa da TV Americana, isto não é novidade há umas 7 ou 8 temporadas. Que seus vencedores, e mesmo os que não chegaram à vitória, têm grande chances de sucesso rápido e, eventualmente, duradouro, também não é novidade. basta lembrar de Kelly Clarkson, Fantasia, Clay Aiken, Jennifer Hudson, Carrie Underwood, Daughtry e Jordin Sparks.

O que me espanta - ainda! - é a capacidade de catalizar bons artistas. Impressionante como ainda há bons nomes desconhecidos que arriscam tudo pelo programa. Isto, num País em que o Entretenimento é levado à sério e, por isso mesmo, a chance de termos bons artistas não descobertos seria pequena. Mas o País é uma máquina de talentos, especialmente na música, e ano após ano vemos novos e bons nomes participarem.

Nesta temporada, apesar da péssima decisão da Sony de transmitir o programa aos Sábados e Domingos, às 19h, foi possível ver mais um desses desfiles de promissores cantores. Ficaram pelo caminho Matt Giraud e seu pop à lá Justin; Allison Ihareta e seu poderoso Rock ‘n Roll; Danny Gokey e sua espetacular voz Soul/R&B. E para finalizar, o finalista Adam Lambert, uma voz brilhante e límpida, cujo ponto alto foi uma versão para "Whole Lotta Love", do Led Zepellin, que faria Robert Plant aplaudir de pé; e o vencedor, Kris Allen, um cantor Pop da mesma linha de Jack Johnson e Jason Mraz, com swing e ótimo apelo comercial.

Enfim, o que esperar de 2010? Será que ainda existe tanta gente boa que ainda não foi descoberta? Até quando o programa terá a capacidade de revelar talentos?

Não sei. Mas sei que na próxima temporada lá estarei acompanhando o show. E espero que a Sony colabore, com um horário melhor.

May 22, 2009

Justiça Sem Limites (Boston Legal): Últimos Episódios

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Já acabou nos EUA, mas está chegando ao fim no Brasil uma das melhores séries que já assisti.

"Justiça Sem Limites" - "Boston Legal" no original - é daquelas coisas que precisam ser vistas. Acho que já escrevi sobre isto algumas vezes aqui no blog, mas conforme vejo que os episódios são apresentados e o último se aproxima, percebo que boa parte da inteligência na TV está indo embora.

Na Fox faltam 2 episódios. Mas a "saga" de Alan Shore, Danny Crane & Cia é algo que você precisa ter em DVD. Compre os boxes, urgentemente!

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