13 de Julho, Dia Mundial o Rock
Mas o Rock tem algo a comemorar?
Pode até parecer que não, mas tem sim.
A despeito das rádios e TV’s maltratarem o Rock, dando espaço a ritmos hoje mais populares, o Rock continua firme e forte, e mais firme e forte do que muitos supõem.
Ainda que não se goste - e eu não gosto mesmo - há muitos grupos Brasileiros de Rock no gosto dos adolescentes, como os indefectíveis NX Zero e companhia. Gostaemos ou não, lá estão eles impunhando suas guitarras e tocando com algum peso.
Lá fora também há uma série de bandas parecidas com estas que fazem sucesso, mesmo que seja passageiro e duvidoso. Confesso que me incomodam, pois tocam tudo na mesma altura, embolado, não dá para ouvir nem entender nada, mas a molecada gosta. E é Rock.
Um lance legal é ver uma série de cantoras que acabaram de sair das fraldas e agoram buscam o mundo pós-teen tocando pesado e fazendo um Rock bem festivo. Está lá, por exemplo, a Hannah Montada, digo, Miley Cyrus. É a volta do Grrrrrrl Power, em versão Disney!
Sem contar que os veteranos estão fazendo bonito. Os álbuns recentes de AC/DC, Metallica, REM são excelentes, além da volta do Guns ‘n Roses - com um ótimo álbum, ainda que propositalmente esquecido pela grande mídia - e mais recentemente a chegada do Chickenfoot.
Mais: muitas bandas da década de 90 estão voltando, como os emblemáticos Faith No More e Jane’s Addiction (a banda de Dave Navarro antes de virar Popstar).
Ou seja, por mais que tentem matá-lo, o Rock sempre se reinventa, e tal qual um Highlander, mantém-se vivo e eterno. Rock ‘n Roll will never die!
