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UncategorizedAugust 13, 2008 10:55 am

Depois de falar de um Clássico, um álbum imortal, um pouco de risos sobre a tristeza. Ou, como diria um filósofo anônimo, "cada País tem o povo que merece".

TOP 10 - São Paulo
De 03 a 09 de Agosto
Fonte: Crowley/Rádio Agência

1.”Mina do Condomínio” - Seu Jorge - 99 execuções
2. “Tem Que Ser Você” - Victor & Léo - 96
3. “No One” - Alicia Keys - 89
4. “Lugares Proibidos” - Doce Encontro - 87
5. “Take a Bow” - Rihanna - 84
6. “Cedo ou Tarde” - NX Zero - 77
7. “Ciumenta” - César Menotti & Fabiano - 75
7. “With You” - Chris Brown - 75
8. “A Fila Anda” - Leonardo - 74
8. “Pra Ver o Sol Brilhar” - Belo - 74
9. “Não Faz Mais Isso Comigo” - Bruno & Marrone - 73
9. “Nuvens de Algodão” - Exaltasamba - 73
10. “Quase Louco” - Daniel - 72

Fique à vontade para chorar quando quiser, e pelo motivo que quiser. Pode ser de nervoso, irritado, triste…

TOP 10 - Rio de Janeiro
De 03 a 09 de Agosto
Fonte: Crowley/Rádio Agência

1.”Mina do Condomínio” - Seu Jorge - 109
2. “With You” - Chris Brown - 73
3. “1 Minuto” - D’Black com Negra Li - 72
3. “Take a Bow” - Rihanna - 72
4. “Mercy” - Duffy - 71
5. “Monstro Invisível” - O Rappa - 67
6. “Let me Out” - Ben’s Brothers - 61
7. “No Air” - Jordin Sparks com Chris Brown - 60
8. “Solta Esse Ponto” - Mc Copinho e Valeska - 58
8. “Viva La Vida” - Coldplay - 58
9. “Amado” - Vanessa da Matta - 57
10. “Bye Bye” - Mariah Carey - 54

Pode chorar um pouco menos, afinal aqui há Duffy e Coldplay.

Uncategorized 10:24 am

Dia 27 de Agosto de 1991 foi lançado um Clássico. Que assim se confirmou não porque a mídia quis, ou porque os críticas impuseram. Tornou-se Clássico porque havia química entre artista (banda) e público.

“Ten”, o álbum de estréia do Pearl Jam, é uma sucessão de canções que ao longo do tempo tornaram-se hinos. Tem a fórmula mágica que une simplicidade, criatividade e técnica.

O mais interessante do álbum é que nasceu sob o signo do Grunge - foi lançado 1 mês antes de “Nevermind” do Nirvana - mas tem alma Hard Rock. Pesado, veloz sem ser acelerado, tranquilo quando necessário.

“Ten” carrega a soma de talentos dos integrantes do Pearl Jam. Começando pela “cozinha”, da bateria pesada de Dave Krusen (que logo sairia para a entrada de Dave Abbruzzeesse) e do baixo marcado de Jeff Ament, passando pela dupla de guitarristas Stone Gossard e Mike McCready, que traziam toda a influência do hard rock dos anos 70 e 80, com bases sólidas, solos gritados e pontuações ao longo de todas as canções. E chega à voz que vai do sofrimento à delicadeza, do grito de liberdade ao sussuro, de Eddie Vedder.

Ainda que os dois álbuns seguintes, “Vs.” e “Vitology” tenham sido uma sequência lógica e natural do trabalho do Pearl Jam, “Ten” é, sem dúvida, o melhor da discografia da banda. Por não ter a pressão do sucesso, e justamente por ter acertado em cheio aos desejos do público.

Se você ouviu rádio ao menos durante um dia inteiro nos últimos 17 anos, certamente ouviu alguma canção de “Ten”. Que começa com um trio de tirar o fôlego: “Once”, “Even Flow” e “Alive”. Impossível ficar parado. E na sequência, logo após outro petardo - “Why Go” - duas canções que certamente fizeram muito marmanjo - como eu - chorar nos shows do Brasil: “Black” e “Jeremy”. Mais que hinos, referências de música para toda uma geração.

E se o CD continuar tocando, porque a esta altura pouca coisa parou inteira ao seu redor, virá a lúdica “Oceans”, acompanhada de “Porch”, “Garden”, “Deep” e “Release”, além da faixa escondida “Master/Slave”.

Um Clássico. Daqueles que você merece ouvir sempre.