TV, Música, Esporte e Tudo Mais

UncategorizedFebruary 29, 2008 11:14 pm

Domingo tem show do Iron Maiden em São Paulo.

Desta vez não poderei ir. Primeiro, porque tenho que cuidar das minhas meninas; segundo, porque a venda de ingressos foi tão rápida, que ficou impossível comprar alguma coisa.

Mas estive no anterior, no Pacaembu. Espetacular como sempre. Até minha mulher, que não gosta, gostou, tanto do show como da vibração dos fãs.

Up the Irons! A maior banda de Heavy Metal do Mundo!

Uncategorized 11:08 pm

Logo que Adriano fez seus primeiros jogos pelo São Paulo, notei que se tratava de um jogador muito acima da média.

Passados alguns jogos e poucos mais de 1 mês, Adriano mostra a outra face: indisciplinado, irrecuperável.

Uma pena. Bola tem.

Mas vai encerrar a carreira no Madureira.

Uncategorized 12:19 pm

PARTE II - A Reconstrução

Poucos sobreviveram à hecatombe pós-crise das “Ponto com”.

Os que tinham uma idéia interessante, mas não tinham dinheiro ou viabilidade, foram incorporados pelas Grandes Corporações que seriam destruídas por essas idéias interessantes.

As grandes companhias de tecnologia - Microsoft à frente - e Telecomunicações foram assumindo boas idéias que, associadas ao portfólio de produtos, passaram a ser lucrativas.

Ao mesmo tempo, algumas corporações virtuais como Amazon e Yahoo ganharam porte, pois tinham um plano de negócios coerente e robusto. Mas deixaram de lado aquele ar “revolucionário e rebelde” e se tornaram “capitalistas selvagens” de um mundo novo. Ou seja, juntaram-se aos inimigos.

A partir disso, boas idéias continuaram a render frutos, desde que houvesse um plano de negócios que visasse lucro, ou que pelo menos rendesse algum tipo de resultado financeiro, ainda que associado a outros negócios maiores. As companhias do Vale do Silício americano continuaram existindo, cada vez mais fortes. Mas agora não bastava um laptop e uma idéia exdrúxula. Era preciso resultar em dinheiro.

A Internet voltou a ganhar ares de negócio. Era possível fazer dinheiro no meio virtual.

Até aqui, o aspecto é meramente corporativo. As idéias ainda estão no campo da criação de negócios - prioritariamente comércios e serviços - que visavam ganhar dinheiro. O tempo mostrou que era possível.

Mas o foco mudou. Agora a grande sacada da Internet passou a ser a liberdade de criação, especialmente após a criação do You Tube. Assunto para o próximo post.

Uncategorized 11:59 am

Hoje começo a escrever a respeito de uma questão que pode ser tanto filosofal como banal: Internet.

Não tem nada de tecnicidade na análise. O ponto é econômico mesmo e passa pela discussão de aspectos que vão da viabilidade econômica do meio, passando pelo comportamento dos internautas à presença (e necessidade) das grandes corporações para viabilidade do meio.

PARTE I - O início

O fato de me considerar um “dinossauro” da Internet - comecei a usar a rede em 1997, quando havia poucos sites e, apenas como referência, o chat do UOL tinha 5 salas apenas - e ter estudado o assunto em termos econômicos por motivos profissionais, ajuda em algumas análises.

Acompanhei a ascenção e queda das empresas “Ponto com” e tudo de revolucionário que se falou sobre a Internet. Desde a conversão de mídias, passando pela liberdade de criação de conteúdo e livre proliferação de idéias, a Internet parecia, no já longínquo final da década de 90, a salvação de Mundo.

Mundo este que tinha dinheiro e resolveu “comprar” todas as idéias que nasciam como brilhantes. Valia tudo: enterrar cabo para transmissão de banda larga, criar sites para venda de fraldas como se fosse um revolução, dizer que o mundo real acabaria e que as pessoas fariam tudo via web.

Ah, as grandes corporações sumiriam, porque bastava um laptop e inteligência para se criar algo novo, e Davi derrotaria Golias!

Plano estratégico? Hã? Pra que? Tudo vai bombar! É o futuro!

Bombou mesmo. Na verdade, implodiu. Pelo simples fato de que não basta ter idéias brilhantes. É preciso que essas idéias façam sentido econômico, que tenham apelo mercadológico. Ou seja, é preciso que pessoas tenham interesse em consumir o que se quer vender.

Logo, em 2000, o sonho virou pesadelo, acabou o dinheiro, os projetos maravilhosos foram enterrados porque não previam geração de riqueza, e a Internet passou a ser um mero meio de diversão. Pelo menos naquele momento.

UncategorizedFebruary 27, 2008 9:34 pm

Lá embaixo tem um post sobre um trabalho acústico do Metallica. Para responder um comentário do amigo Paulo Fiaes, que vale à pena ser lido, resolvi escrever um outro post.

Um artista pode mudar seu estilo e ainda assim ser respeitado?

A pergunta vem de um comportamento antigo de fãs, especialmente de música. Desde que o Mundo é Mundo, toda vez que um músico muda seu estilo - o mínimo que seja -, a chance de ser bombardeado por público e crítica é de quase 100%.

“Incoerente” e “Perdido”, dizem os críticos; “Vendido”, dizem os fãs, normalmente mais radicais.

Nem tanto, nem tão pouco.

Mudanças são sempre bem vindas. Me parece muito chato fazer a mesma coisa eternamente. Obviamente - e a í vem o grande “x” da questão - toda mudança tem que ser criteriosa e fazer sentido. Não se espera que uma banda de rock passe a tocar forró e, mesmo assim, continue a agradar os fãs.

Há uma coisa chamada “Evolução”. O Mundo muda diariamente, e não há como não soar datado repetindo fórmulas. Até Pokemon evolui! Evoluir é se aprimorar, é agregar nuances, é enxergar possibilidades que antes não existiam e podem enriquecer um trabalho.

Ou não.

Afinal, nem toda evolução é para o bem. E é neste ponto que os fãs devem se ater. Independente de mudanças, o que importa é a qualidade do trabalho, a coerência na mudança.

O exemplo do Metallica é muito bom. Começou como banda de Speed Metal (1981), com cara de mal e roupas pretas (álbuns Kill ‘Em All, Master of Puppets, entre outros); migrou para algo mais palatável, algumas baladas, mas ainda muito peso (Black Album); a partir daí, a banda mudou visualmente - e vieram cabelos curtos, roupas da moda - mas o som continuou pesado, vocais firmes, guitarras, só que empacotados numa versão light. Afinal, não dá para viver apenas de cabeludos batendo a cabeça! (NR: já fui um deles…)

O U2 também serve de exemplo. Começaram como banda de rock cru e sincero, foram migrando para um lado folk/blues, acrescentaram elementos de eletrônica (Achtung Baby! é um marco) e continuam se reinventando. Tanto é que continuam arrastando fãs em profusão.

Mas para apreciar a qualidade de um novo trabalho que é diferente do anterior, é preciso querer. Se essas bandas engariaram muitos fãs, também perderam alguns defensores de primeira hora. Pura bobagem.

Todos têm o direito de tentar evoluir. Inclusive os fãs.

UncategorizedFebruary 22, 2008 10:10 pm

Passei este recente Carnaval em casa, entre cuidados às minhas Joana e Ariane, reprises intermináveis nas TVs Pagas, flashes insuportáveis da Bahia e Olinda, e pessoas desfilando suas fantasias nos Sambódromos da vida. Obviamente, excluindo minhas Pequenas, o resto foi um teste de paciência.

Eis que, durante um almoço, “Jornal Hoje” ligado (olha só…), ouço um frevo “diferente”. Doses maciças de Jazz associadas à mais pura tradição Brasileira! Era possível ou estava apenas delirando, tendo um acesso de “febre carnavalesca”?

É possível sim. E é a prova de que música Brasileira de raiz pode ser muito boa. O que eu ouví foi a SPOK FREVO ORCHESTRA.

A Spok Frevo Orchestra é uma associação de frevistas e músicos conteporâneos, que colocaram o frevo em outro patamar de qualidade. Aliás, mostraram que o frevo vai muito além daquela batida irritante que todos estãoa costumados quando vemos flashes televisivos de Olinda.

Fiquei impressionado em saber que não não havia partituras de frevo, trabalho que a Spok vem desenvolvendo, com o objetivo de levar a música aos palcos do mundo.

Ouví-los é um grande prazer. E fica claro que o Frevo é o Jazz Brasileiro! Ou o Jazz é o Frevo Americano! Melhor: música de qualidade é música de qualidade, não importa a origem, a língua, a cultura.

Experimente o CD “Passo de Anjo Ao Vivo”, que também pode ser encontrado em DVD. Simplesmente genial.

UncategorizedFebruary 21, 2008 10:23 pm

CHUCK: “Chuck Versus the Truth”

Voltou uma das séries mais divertidas da temporada! “Chuck” é diversão barata, pop, extremamente bem produzida, boas atuações e textos agradáveis.

Para ajudar, no episódio de ontem tivemos a estréia de Rachel Bilson, a “Summer” de “The OC”, ainda mais bonita. (PS: Minha mulher sempre a achou bonita e eu achava apenas “bonitinha”. Me rendo!). Espero que ao longo dos próximos episódios ele mostre que é mais atriz de um personagem só.

Para quem acompanha a série, tivemos ontem as primeiras demosntrações de ciúmes de Sarah, especialmente quando Lou (Bilson) surge e chama atenção do herói. Muito boas as cenas entre Chuck e Lou, mostrando grande entrosamento. Ah, e o destaque de sempre: a atuação de Joshua Gomez e seu impagável “Morgan”.

Conselho de amigo: se você gosta de séries de ação, que são raríssimas atualmente, leves, bem produzidas, assista “Chuck”.

Uncategorized 10:06 pm

O Metallica é uma banda que já fez e ouviu de tudo.

Já foi “o segredo mais bem guardado do mundo”, quando roqueiros que admiravam o grupo não o divulgavam, apenas pelo prazer de ver a banda restrita e com a alma intacta!

Suavizou seu heavy metal com um excelente álbum, o famoso “Black Album”, que trouxe ao mundo clássicos rock como “Sad But True”, “Nothing Else Matters”, “The Unforgiven” e “Enter Sandman”.

Desde então tem sido achincalhado por fãs, continua reverenciado pela crítica, ganhou muito dinheiro vendendo CDs e fazendo shows, entrou na clínica de reabilitação - quando Amy Winehouse ainda era uma menina sóbria - quebrou o pau num DVD e por aí foi.

Mas, para quem não é radical e entende que música é “just for fun”, o Metallica sempre entregou grandes trabalhos, quer seja no mais ácido Metal ou na mais pueril das baladas.

Agora, próximo de lançar um novo álbum, eles reapareceram ainda mais diferente. Sempre é possível cruzar uma nova fronteira.

Metallica está acústico!

Convidados para uma apresentação beneficiente que se repete anualmente, resolveram gravar e vender em mp3 o conteúdo da apresentação. Há desde material próprio até covers inusitadas, como “Brothers in Arms” dos Dire Straits, “Only Happy When It Rains”, do Garbage (!?!?) e Thin Lizzy, Bob Seger, Mercyful Fate.

O show wstá dividido em 2 álbuns, vendido em www.livemetallica.com e pode ser comprado por US$ 9,95 cada álbum.

Ainda não ouví. Mas pretendo fazer ainda neste final de semana. De qualquer forma, vale o convite e a indicação, que será ratificada ou retificada asism que ouvida.

Mas não deixa de ser inusitado.

UncategorizedFebruary 19, 2008 12:09 pm

CSI: “Dead Doll - Part II”
Depois de um longo inverno - ou seria verão? - temos a volta de CSI às telas tupiniquins. E que volta!

Num episódio eletrizante, temos a sequência do final da temporada passada, agora com a equipe de CSIs desesperadamente em busca de Sara.
O cenário já era sabido, afinal, a assassina das miniaturas deixara a maquete com Grissom. Mas a localização, desconhecida.

E tome suspense!

O tempo passa, o tempo voa, e chuva vai, chuva vem. E nada de encontrar Sara.

Muito bem montado, com flashbacks que posicionaram o telespectador dos acontecimentos, ficou realmente impossível saber se ela morreria ou não. Até pelos comentários ao longo dasa férias, que diziam que a atriz Jorja Fox não renovaria seu contrato.

Mas ela está viva! E a cena em que o helicóptero a leva para o hospital, com Grissom a acompanhando, foi de uma sensibilidade extrema.

CSI voltou. Em grande forma.

UncategorizedFebruary 17, 2008 10:25 pm

Já que dei a dica, fui prestigiar o evento da Heineken em que foi apresentada a taça da Champions League, no Jockey Club.

Estava muito bacana. Bem organizado, não estava cheio - pelo menos no sábado - e tinha seu charme. Foi legal ver crianças de programas sociais se divertindo, pais com filhos e filhas, e bastante gente com camisas de clubes europeus. Quem quis tirar fotos oficiais ao lado da taça ou aproveitar o cinema 180º, ficou por lá algum tempo. Quem, como eu, optou apenas por uma “passadinha”, conseguiu passar agradáveis 20 minutos.

A TAÇA
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CHUTEIRA DO TOTTI
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A TAÇA - DE NOVO
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CAMISAS DO KAKÁ E RONALDINHO
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