Quick Review: House
HOUSE: “Games”
E chegou o momento da escolha. Depois de uma longa, interessante e inteligente “gincana” em busca de um emprego na equipe médica, House lançou o desafio final para decidir quem seria contratado.
Foi um baita episódio! Tão bom que, se fosse resumí-lo, sairia uma ficha corrida, não um resumo. No fundo, “House” é uma série “inresumível” (sic), porque a cada vez que vemos é possível perceber detalhes não apreciados na vez anterior.
Tivemos um House mais interessado no paciente, diferente das últimas vezes em que a equipe de candidatos se encarregou do diagnóstico. E tivemos uma equipe empolgada, à medida em que o vencedor seria quem acertasse o diagnóstico.
Depois de muitas tentativas, foi House quem acertou o diagnóstico, fazendo com que a escolha fosse arbitrária. Seguindo sugestão de Cuddy em algum episódio anterior, ele demitiu as mulheres - a “manipuladora” e a intrigante “13″ (quando será que dirão seu nome?), contratando 2 homens. Mas deixou uma brecha para 13: disse que se fossem 3, ela estaria dentro.
Cuddy, ao saber que 2 homens tinham sido contratado e que foram por sua sugestão, não aceitou e House “ganhou” o direito a ficar com 13. Tudo meticulosamente armado por ele para ficar novamente com 3 assistentes.
A Universal vai parar as transmissões inéditas, até que a temporada volte nos EUA, quando acabar a greve dos roteiristas. Espero que eles reprisem a temporada, que está sendo bastante movimentada, e merece ser revista.

House é tão bom, que cada vez que vc assiste, há algo novo para observar. Este último episódio foi tão cheio de nuances e questões (como o paciente o Wilson, que resolveu aproveitar a vida após achar que iria morrer) que só vendo outras vezes é que percebemos e refletimos sobre.
Ah, boas férias que, creio, sejam bem merecidas
Comment by Carina Medeiros — January 28, 2008 @ 4:19 pm