TV, Música, Esporte e Tudo Mais

UncategorizedJanuary 29, 2008 9:55 pm

Torcida empurra time bom. Não há torcida que empurre time ruim.

É preciso relativizar a importância de coisas sem importância.

Uncategorized 9:54 pm

Reconheço que o tema não é fácil. Mas reconheço também que há muito o que discutir sobre isso.

O Brasil é um País tão hipócrita, ou formado por pessoas tão hipócritas, que abomina os veículos de imprensa que se posicionam a respeito de qualquer assunto, mas aceita esta mesma posição quando é feita de forma velada.

A obrigação de qualquer veículo de imprensa é noticiar os fatos como ocorreram, apresentar opiniões independentes através de colunistas e, quando couber, reportar sua própria opinião nos editoriais. Tudo muito bonito, mas tudo muito falso.

Não há veículo que não tenha seus “preferidos” e suas “preferências”. E tome manchete atacando este ou aquele político, matéria defendo esta ou aquela indústria, reportagens à profusão sobre este ou aquele clube de futebol.

Falei “clube de futebol”?

Sim. E como não me envolvo em questões políticas e econômicas no blog, por princípio, utilizarei este tema para expor meus pontos-de vista.

É mais que óbvio que, para atender aos interesses de uma suposta maioria, os meios de imprensa sempre bajulam dois clubes no País: Flamengo e Corinthians. Isto costuma gerar certa irritação nos demais torcedores. Afinal, se representam coisa como 25% da população, há 75% que não torce para eles.

No ano passado, no afã de segurar a torcida Flamenguista, a Rede Globo resolver torná-la quase que um patrimônio nacional. E toma imagens do Maracanã lotado, que impulsionaram o time ao terceiro lugar no Campeonato Brasileiro. Ao mesmo tempo, em São Paulo, com a supremacia do São Paulo e a falência do Corinthians, a Rede Globo resolveu fazer a mesma coisa. E tome matéria em tudo o que é telejornal, e jogos televisionados à exaustão e esquecimento dos demais. Chegaram ao cúmulo de “esquecer” o jogo que deu o título ao São Paulo para transmitir um jogo do Corinthians, agonizante.

Neste ano a coisa está ainda pior. Aliás, depois da queda para a Segunda Divisão, a mesma emissora resolveu assumir veladamente - isto mesmo, “assumir veladamente”!!! - a predileção pelo Corinthians.

Mas há mal nisso?

Não, entendo que não. Não há mal em defender um “produto”, afinal a emissora de TV visa lucro e expõe aquilo que entende trazer melhor resultado financeiro. Vale lembrar que a Rede Globo aceitou a entrada da MSI no Corinthians sem questionamentos, pelo simples fato de trazer dinheiro a um produto que estava quebrado. Mesmo que a imprensa investigativa apontasse problemas, posteriormente encontrados.

O mal está em, ao assumir um clube, deixar de lado os demais, pelo simples fato de monopolizar as transmissões. Se para a Globo, Flamengo e Corinthians são os clubes que importam, por que não abrir mão dos demais, para que cada torcida possa acompanhar seu clube de forma parcial? Hoje somos todos obrigados a acompanhar a parcialidade em favor dos dois clubes.

Inclusive, num desrespeito profudo às torcidas de Palmeiras, Botafogo, Atlético-MG, Grêmio, Coritiba e outros, que quando seus times caíram para a Segunda Divisão continuaram a acompanhar e defender de forma admirável, a Rede Globo faz campanha em favor do Corinthians e essa falácia de dizer que “jamais vou te abandonar”. Então quer dizer que as excelentes médias de públicos dos outros times na Segunda Divisão significa que aqueles torcedores os abandonaram?

Que a Globo libere os demais clubes para negociarem seus direitos com outras redes de TV, asism como é feito na Europa. Daí nos teremos a real medida da importância e relevância e paixão de cada torcedor. Hoje, com esta campanha pró Flamengo e Corinthians, fica difícil medir isto.

Este exemplo futebolístico serve para a impresa de forma geral. Defendo que todos os meios deveriam, abertamente, defender suas posições econômicas, políticas, esportivas e sociais, visto que já fazem isto de forma velada. Seria mais útil para todos, mais honesto para os consumidores.

E todos nós seríamos menos hipócritas.

UncategorizedJanuary 28, 2008 8:01 pm

A Confederação Brasileira de Basquete resolveu acatar a solicitação dos principais jogadores e contratou um técnico estrangeiro para a Seleção Masculina. O escolhido foi o espanhol Moncho Molsalve.

Isto aconteceu na semana passada, mas só agora resolvi escrever. O basquete Brasileiro anda mal, especialmente fora de quadra. E anda mal porque há um disputa de egos entre treinadores e dirigentes. O resultado é que, mesmo com uma geração de alta qualidade, a Seleção Masculina patina em torneios importantes.

A decisão foi acertada. Um técnico estrangeiro pode conferir à equipe Brasileira aquilo que sobra aos jogadores quando atuam na Europa e nos EUA, mas falta na Seleção. Uma visão diferenciada, menos nacionalista e mais objetiva é fundamental para transformar bons jogadores numa equipe vencedora.

Se treinadores brasileiros não deram jeito, é preciso tentar com um estrangeiro. Melhor que repetir erros.

UncategorizedJanuary 24, 2008 11:43 pm

Estarei em férias por alguns dias. Parafraseando uma pessoa que conheço, não sei se merecidas, mas certamente necessárias.

Talvez o blog fique com atualizações menos frequentes.

Uncategorized 11:36 pm

HOUSE: “Games”

E chegou o momento da escolha. Depois de uma longa, interessante e inteligente “gincana” em busca de um emprego na equipe médica, House lançou o desafio final para decidir quem seria contratado.

Foi um baita episódio! Tão bom que, se fosse resumí-lo, sairia uma ficha corrida, não um resumo. No fundo, “House” é uma série “inresumível” (sic), porque a cada vez que vemos é possível perceber detalhes não apreciados na vez anterior.

Tivemos um House mais interessado no paciente, diferente das últimas vezes em que a equipe de candidatos se encarregou do diagnóstico. E tivemos uma equipe empolgada, à medida em que o vencedor seria quem acertasse o diagnóstico.

Depois de muitas tentativas, foi House quem acertou o diagnóstico, fazendo com que a escolha fosse arbitrária. Seguindo sugestão de Cuddy em algum episódio anterior, ele demitiu as mulheres - a “manipuladora” e a intrigante “13″ (quando será que dirão seu nome?), contratando 2 homens. Mas deixou uma brecha para 13: disse que se fossem 3, ela estaria dentro.

Cuddy, ao saber que 2 homens tinham sido contratado e que foram por sua sugestão, não aceitou e House “ganhou” o direito a ficar com 13. Tudo meticulosamente armado por ele para ficar novamente com 3 assistentes.

A Universal vai parar as transmissões inéditas, até que a temporada volte nos EUA, quando acabar a greve dos roteiristas. Espero que eles reprisem a temporada, que está sendo bastante movimentada, e merece ser revista.

UncategorizedJanuary 22, 2008 11:21 am

Bastaram dois jogos. Quem acompanhou com atenção já percebeu: Adriano não pertence à mesma Divisão dos jogadores Brasileiros.

Não estou me referindo aos adversários. Obviamente que jogar contra Guaratinguetá e Rio Preto não representa um desafio assim tão grande. A diferença está quando comparamos Adriano ao demais jogadores do próprio time onde atua, o São Paulo.

Antes, vale lembrar que o Tricolor é atual Bi-Campeão Brasileiro, tem um dos melores elencos do Brasil, conta com jogadores que já tiveram passagem por Seleção e clubes no exterior. E mesmo assim, Adriano pensa 2 ou 3 segundos à frente do elenco. É uma distorção, há um abismo. Por isso já fez duas boas partidas e, por isso também, ainda não rendeu 20% do que pode. Mas só aumentará seu rendimento se os atletas que atuam ao seu lado subirem de nível, passarem a pensar na mesma velocidade que o Imperador.

Adriano faz parte da 1ª Divisão do futebol Mundial, enquanto aqui jogamos a 3ª Divisão.

Sorte do São Paulo e seus torcedores. E que ambos aproveitem bem os 6 meses em que Adriano vestirá a camisa Tricolor.

UncategorizedJanuary 17, 2008 10:01 pm

Escrevi ontem que, com a greve de roteiristas e o excesso de reprises, os reality shows e em especial “American Idol”, teriam audiências massacrantes nesta temporada.

Pois bem. Ontem foi a estréia de “American Idol” nos EUA e, segundo o Teleséries reportou hoje, a audiência, ainda que em espetaculares 33 milhões de pessoas, foi 11% inferior à de 2007!

Como é duro dar palpite…

Mas ainda acho que, se a greve continuar mais algum tempo, e o programa tiver bons participantes, deve ter bem mais audiência.

Uncategorized 9:52 pm

Quem gosta de futebol e reclama tanto da falta de caras novas e de qualidade nas transmissões da Globo, ontem foi apresentado um novo e promissor nome: Caio.

O ex-jogador de futebol, que começou no São Paulo - único lugar onde jogou alguma coisa - , e que teve passagem apagada pela Itália e por outros times Brasileiros como Santos, Botafogo e Flamengo, fez sua estréia nas transmissões da Globo ontem, na partida entre Portuguesa e Santos, pelo Paulistão.

O agora comentarista já vinha desempenhando muito bem esta função na Rádio Globo AM de São Paulo e fazia participações em programas do SporTV. Sempre ponderado, com a voz no tom certo e comentários pertinentes, Caio é sangue novo num cenário ocupado por pó e teia-de-aranha. Os poucos bons estão nas TVs Pagas.

Além disso tudo, foi inteligente o suficiente para encerrar a carreira aos 30 anos e mudar de profissão. São raros os atletas com tamanho bom senso. Seu desempenho comentando é anos-luz melhor que jogando.

UncategorizedJanuary 16, 2008 8:10 pm

Continuo acompanhando a melhor série da TV. Mas o tempo não tem permitido que os comentários sobre os episódios aconteçam na velocidade que eu gostaria.

O que posso dizer dos dois últimos (”Ugly” e “You Don’t Want to Know”):

- Gosto da idéia de ter uma “super-equipe” trabalhando com House. Interessante ver as diferentes formas de ação dos candidatos. A equipe anterior também era formada por pessoas de perfis diferentes, mas ninguém disputava um emprego.

- Em “Ugly” o grande marco foi a confirmação de que a “13″ é, de fato, boa médica.

- Tem sido hilariante a forma como House trata Cuddy. Fosse uma temporada “normal” e acho que haveria desdobramentos mais agudos. Deve ficar para a próxima.

- Wilson tem estado distante, mas com intervenções precisas e engraçadíssimas.

- Ótima a presença de Steve Valentine como o mágico Flynn em “You Don’t Want to Know”. E ótima a relação entre ele e o sempre incrédulo House. A mágica em que Flynn gruda a carta na parede de vidro do quarto já é clássica.

- No mesmo episódio ficou claro um comportamento padrão de House: trapacear é válido, mas apenas quando o resultado é para um bem maior. Quando o candidato “Amor Imenso” faz um conchavo com Cuddy para pegar sua calcinha - aliás, genial a idéia de House! - e isto significa demitir Kutner, House não tolera a traição e demite “Amor Imenso”.

- A relação entre House e “13″ é enigmática. Valeu, no final do episódio, ele jogar fora o resultado de um exame - sem vê-lo - que fez em “13″ sem ela saber.

Enfim, dois episódios ótimos. Mas na semana que vem a “Survivor” de House chega ao fim, com a definição de quem será contratado.

Faltam apenas 2 episódios inéditos desta temporada, e a Universal interromperá a exibição dos inéditos na próxima semana, com “Game”. Daí pra frente, só os roteiristas americanos é quem pode dizer.

Uncategorized 7:13 pm

Ah, tá. E o que isto significa?

Para a grande maioria dos Brasileiros, certamente nada.

Mas para os seriemaníacos, dá para considerar quase como um terremoto. O resultado até agora, passados pouco mais que um mês, é de cancelamento prematuro de praticamente todas as séries em cartaz nos EUA e no Brasil.

Para se ter uma idéia do efeito, uma série “padrão” tem cerca de 22 episódios por temporada. A greve dos roteiristas está fazendo com que as temporadas sejam encerradas com cerca de 14 episódios!

Ou seja, muito provavelmente seremos bombardeados com intermináveis reprises das séries em cartaz. Por um lado é bom, pois será possível ver episódios perdidos ao longo da temporada. Por outro, chega uma hora que cansa. Mas mesmo isso é bom.

É bom porque abre espaço na “agenda” para tentar novos programas, se seu hobby é, de fato, ver TV. Dá chance de ouvir aquelas bandas novas, que estão na sua wishlist, mas nunca dá tempo. É possível mudar a rotina, trocar o messenger pelo bate-papo real. Já que não há o que fazer, aproveite o tempo livre!

AMERICAN IDOL: Mais arrasador que nunca

Se o “American Idol” já é o programa regular mais visto da TV Americana - e tem bom número de fãs no Brasil - imagine agora que praticamente não há concorrência. Sim, porque as TVs estão tomadas de reprises, os grandes blockbusters não rendem assunto e discussões e sobraram apenas alguns reality shows, dentre os quais se destaca o simpático “American Idol”.

Pode esperar: a audiência será um massacre.