HOUSE - “Mirror, Mirror”
Gosto da idéia de House manter uma “equipe” de 6 “candidatos a equipe”. As situações ficam menos óbvias, há mais alternativas e o ritmo fica ainda mais ágil. Melhor fica quando a equipe antiga começa a retornar.
Muito inteligente a premissa de “Mirror, Mirror”: um doente que imita uma personalidade próxima forte, um líder. Com tantos personagens, a todo momento ele era o espelho de um dos candidatos. Interessante a forma como se ressaltaram as fragilidades dos candidatos. E como se solidificou a da candidata “13″ (aliás, qual o nome dela?). Sempre muito misteriosa, a personagem de Olivia Wylde é o grande desafio de House, ultimamente.
Como pontos altos do episódio tivemos o retorno de Foreman, capitaneado por Cuddy, que assim tenta “domar” House; as sempre brilhantes intervenções de Wilson; Chase sendo a banca de apostas de quem será o próximo candidato demitido; o conluio entre Chase e House (brilhante, diga-se de passagem); e a cena final. Que vale um parágrafo.
Temos a sala em que o paciente está internado e muita gente fora. Apenas Cuddy e House conversando com ele. Tentando se impor. Lembram que o paciente sofre de uma doença em que “segue o líder”? Pois bem. Imitou House. “The King is there!”. E as danças de House com a bengala, celebrando a liderança, são antológicas.
