Foi a única coisa que consegui ver ontem.

E que coisa triste.

Time sem padrão, jogadores desorganizados, alguma vontade, mas nada que lembrasse um “time de futebol”. Aliás, o Uruguai sim foi uma equipe, bem postada, bem treinada. Merecia melhor sorte.

Mas o Brasil teve em Júlio César a segurança necessária atrás e um Luís Fabiano que estava em casa. No Morumbi, Luís Fabiano é rei. Fez história no São Paulo, decidindo jogos. Como fez ontem.

E só.

Há muito o que melhorar. Não cobro “futebol arte”, porque isto é coisa para jornalistas antiquados que não perceberam que o futebol mudou. Cobro organização, até para que os talentos - que tem a capacidade de decidir partidas - possam aparecer. Por enquanto, estão perdidos.