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UncategorizedNovember 19, 2007 12:26 pm

Cane: “The Work of a Business Man”
Pesado. Este é o melhor adjetivo que podemos dar ao 2º episódio de “Cane”. A série teve bom desenvolvimento. As intrigas dentro da família Duque aumentam, partindo especialmente de Frank, que tem um caso com a filha do principal inimigo dos Duque, a família Samuels. O episódio teve boa dose de suspense - a cena em que desenterram o suposto corpo de um matador-de-aluguel morto por Alex, mas encontram um porco no lugar é ótima - e boas doses de revelações sobre o perfil psicológico dos personagens.

Chuck: “Chuck versus the Helicopter”
Menos comédia e mais ação. Assim se desenvolveu este 2º episódio de “Chuck”. E muito bem desenvolvido, diga-se de passgaem. Se o humor sutil e inteligente do piloto foi deixado de lado, a face mais hollywoodiana da série veio à tona, com boas explosões, perseguições, além de mudanças de direção na trama muito bem construídas. Percebe-se total sinergia entre os personagens, o que torna palatável uma série completamente ficcional. O destaque foi a cena em que Chuck leva a agente - e suposta namorada - Sarah para jantar com sua família, mas é informado pelo Major Casey que ela quer matá-lo. Uma sequência de ação e alguma dose de humor sutil.

Uncategorized 12:11 pm

Não ligo muito para jogos da Seleção, mas ontem acabei vendo o jogo contra o Peru. O melhor que posso dizer é que foi fraco.

A Seleção do técnico (?!?!) Dunga não tme o menor padrão de jogo. Ou tem, dependendo do ponto-de-vista: é o bumba-meu boi.

A dupla de zaga é segura, mas os laterais são sofríveis. marcam mal e atacam pior ainda. Não dão opção de jogada para os meias, o que congestiona o time.

Os volantes estão mal posicionados. Mineiro está perdido como quase lateral direito e Gilberto Silva, sem brilho, é o único a marcar pelo meio. Ambos estão sempre atrasados, por jogarem muito distantes.

Já os 4 jogadores da frente…não dá para dizer que temos meias e atacantes. São 4 jogadores posicionados de forma equivocada, distantes e que vivem da capacidade técnica para resolverem alguma coisa. E quando não estão num bom dia, nada funciona, como foi o caso de Ronaldinho e Robinho. Kaká ainda tentou algumas arrancadas, fez um belo gol e só. E o pobre atacante, seja ele quem for, fica esquecido, preso entre os zagueiros.

Enfim, a Seleção Brasileira é um catadão.