TV, Música, Esporte e Tudo Mais

UncategorizedNovember 29, 2007 7:34 pm

Não tenho atualizado o Top 10 de CDs nem de Músicas Mais Tocadas porque as mudanças não são sensíveis, especialmente falando de Brasil.

Mas, como a Parada Internacional é legal, vou tentar atualizar os quadros mais com mais maior frequência.

TOP 10 BRASIL
Semana de 21 a 27 de Novembro

1. “High School Musical 2″ - Trilha Sonora
2. “Samba Meu” - Maria Rita
3. “Empezar Desde Cedo” - RBD
4. “Sim” - Vanessa da Mata
5. “.Com_Você” - César Menotti & Fabiano
6. “Blackout” - Britney Spears
7. “Cidade do Samba” - Vários
8. “Músicas do Programa Amaury Jr.” - Vários
9. “Ivete no Maracanã” - Ivete Sangalo
10. “Vol. 11″ - Banda Calypso
Fonte: Revista Sucesso

No Top 10 o destaque é para a (improvável) presença de Britney Spears. Mas há destaques positivos no Top 50: Queen (Collection) em 16º, The Police (Coletânea) em 40º, Madeleine Peyroux (Careless Love) em 42º e Dream Theater (Six Degrees) em 48º.

TOP 10 EUA
Semana de 3 a 8 de Dezembro

1. “Noel” - Josh Groban
2. “As I am” - Alicia Keys
3. “Now 26″ - Coletânea
4. “The Ultimate Hits” - Garth Brooks
5. “Long Road Out of Eden” - Eagles
6. “High School Musical 2″ - Soundtrack
7. “Carnival Ride” - Carrie Underwood
8. “Taking Chances” - Celine Dion
9. “Exclusive” - Chris Brown
10. “Jordin Sparks” - Jordin Sparks
Fonte: Billboard

Bem Redneck! A “caipirada” americana tomou conta do Top 10.

TOP 10 REINO UNIDO
Semana de 21 a 27 de Novembro

1. “Spirit” - Leona Lewis
2. “Back Home” - Westlife
3. “Rejoice” - Katherine Jenkins
4. “Tangled Up” - Girls Aloud
5. “Mothership” - Led Zeppelin
6. “Long Road Out of Eden” - Eagles
7. “Greatest Hits” - Spicy Girls
8. “Vivere - The Best of” - Andrea Bocelli
9. “Beautiful World” - Take That
10. “Taking Chances” - Celine Dion
Fonte: The Official UK Chart Co

Estranho. E cheio de “velhinhos”.

Uncategorized 1:40 pm

Chega no próximo Domingo, depois de longas discussões, a TV Digital ao Brasil, mais especialmente à cidade de São Paulo.

Chega mesmo?

Trata-se de um grande jogo de cena.

Primeiro, que nem haverá aparelhos suficientes para garantir que seja feito um teste real. Até porque, partes da programação atual já são transmitidas em HDTV e, obviamente, ninguém vê.

Além disso, como já escreví “n” vezes aqui, o Set-up box, vulgo “conversor”, custa caro! Na decisão pelo padrão Japonês de tecnologia espalharam aos quatro cantos que custaria R$ 100,00. O menor preço é da ordem de R$ 390,00. E pior: não permite nem interatividade. Os que permitem custam perto de R$ 1.200,00.

Falando em interatividade, ela será possível apenas no final de 2008.

Sem contar que a programação não será integralmente feita em HDTV. Apenas alguns programas. E, como os mais interessados já devem ter visto, é preciso um verdadeira parafernália de equipamentos para que o resultado final seja satisfatório: TV HD, set-up box, antena UHF.

Pergunto: isto é TV Aberta Gratuita?

Para finalizar: a propaganda feita pelo Governo é ridícula. Ninguém explica nada. Falam de TV Digital mas não citam nada sobre os gastos, as limitações, as necessidades.

Se é possível confundir, pra que explicar?

UncategorizedNovember 28, 2007 10:22 pm

Do site iTodas

Ex-guitarrista do Guns, Slash ama prostitutas sul-americanas

O selvagem roqueiro que tocava guitarra no Guns’n’Roses revelou sua preferência pelas trabalhadoras da noite durante uma recente incursão pelo clube de strip londrino Sophisticats.

“Eu já vi de tudo, então este clube é bobo. Se você quer uma stripper de verdade, é melhor contratar uma prostituta”, disse Slash.

“As garotas na América do Sul são as melhores, porque elas fazem qualquer coisa que você pedir!”, completou, empolgado.

Lí uma frase atribuída a Jack Nicholson, sobre este assunto, que é impagável: “A vantagem não é que elas vem; é que elas vão”.
Fazer o que…

Uncategorized 10:05 pm

Não sou jornalista-especialista no assunto. Sou curioso e aproveito conhecimentos de analista financeiro do Setor para dar alguns palpites.

Entendo que a dramaturgia na TV precisa de uma mudança conceitual e estrutural, de forma a acompanhar a evolução do público.

Estruturalmente, acredito que o ideal é que as novelas deveriam ser mais curtas, algo como 60 ou 70 capítulos. Enxuta, teria acontecimentos importantes a cada episódio, o que prende o telespectador.

Alguns dirão que a vantagem da novela é que, como acontece pouca coisa, perder alguns capítulos não chega a ser crucial no entendimento. Bobagem. A audiência das novelas cresce conforme seu desenvolvimento.

Mas, enxugá-las não é a única solução. Há que ter uma mudança conceitual. Os temas abordados nas novelas são os mesmos desde a primeira transmissão de TV no Brasil. Pior: normalmente não retratam a realidade da vida, afastando demais o público do tema.

No passado, talvez este fosse o grande apelo. Hoje, com um público mais qualificado, e que por isso foge da mesmice da novela, há que se buscar alternativas.

O melhor exemplo novamente são as séries americanas. Lidam com ficção, mas para quem já esteve lá, a realidade não chega a ser muito diferente.

Não significa dizer que é preciso copiá-los. A Record entendeu o caminho, mas errou ao criar uma “Heroes Brasileira” com “Caminhos do Coração”. Ao contrário. Não é ficcionar ao extremo, mas tornar mais real e próximos os diálogos, as interpretações, os temas.

Enfim, sugestões, apenas para não ficar na tarefa fácil de criticar.

UncategorizedNovember 27, 2007 11:43 am

Muito tem se falado a respeito da crise da dramaturgia da TV Globo. As baixas audiências de seus 3 horários de novelas - ainda que sejam superiores aos concorrentes - levantam teses ameaçadoras sobre a emissora.

Nem tanto, nem tão pouco.

Há dois problemas que se misturam a são responsáveis por esta crise: o primeiro é a queda no número de aparelhos de TV ligados; o segundo, a mudança no perfil do telespectador. O segundo explica o primeiro e amos se confundem.

Cada horário de novela tem seu público-padrão: às 18h são as donas-de-casa, mas há cada vez menos donas-de-casa em frente à TV neste horário. Uma grande parte trabalha fora e está na rua neste horário. Às 19h era a vez dos jovens/adolescentes, mas há algum tempo trocaram a TV aberta pela Paga, ou por outras formas de entretenimento. Sem contar que hoje o trabalho começa mais cedo. E às 21h era horário dos adultos. Mas a grande maioria chegou tarde, está se arrumando, preparando o jantar, conversando.

O ritmo e o dia-a-dia do Brasileiro mudou muito ao longo dos últimos 15, 20 anos. Mas o conceito das novelas continua o mesmo. O modelo geral é o mesmo, os atores se repetem, as tramas são requentadas.

Fazendo um paralelo com a TV Americana, as séries de TV eram programas de baixa qualidade até a década de 80. Atores de cinema se recusavam a trabalhar em TV, que era mero trampolim para as Hollywood.

Mas as redes e as produtoras soberam se transformar. As séries ganharam textos consistentes, bons atores surgiram, tramas interessantes e hoje nada devem a filmes. Hollywood incorporou a TV, a ponto de gente como Glenn Close, Sally Field, Gary Sinise, Kiefer Sutherland e tantos outros terem se instalado - ou tido experiências importantes - na TV.

A crise parece maior na Globo porque tem maior audiência e o líder é quem sempre perde mais. Mas as novelas da Record, do SBT e da Band também não têm tido audiência espetacular.

Já passou da hora de começar uma mudança estrutural na grade de programação das TVs. O mundo mudou.

UncategorizedNovember 26, 2007 10:08 pm

Esqueci!

Talvez, porque o episódio tenha sido triste. Foi bacana a utilização de cenas antigas de William Shatner, mas foi um episódio atípico. Numa série cujo principal virtude é a inteligência de diálogos ferinos, o texto foi previsível. Não houve a grande sacada, o riso fácil, o sarcasmo.

Esquecível.

Uncategorized 4:29 pm

Esse negócio de ficar fazendo review de sériedá muito trabalho, e não me parece produtivo.

Para não ficar perturbando com isso, farei alguns comentários breves, mas nada de “review”. Deixo isso para o pessoal especializado.

FRIDAY NIGHT LIGHTS - “Bad Ideas” - surgiram as primeiras cenas do Couch T no seu novo emprego. A vida não está nada fácil, especialmente porque a organização é maior e ele passou a ser mais um. Some-se a isto as dificuldades de sua esposa com os filhos, e temos a manutenção da carga dramática da série. Enquanto isso, em Dillon, o novo treinador muda tudo, dentro e fora de campo, o que torna sua presença um incômodo para algumas pessoas.

WITHOUT A TRACE - “Res Ipsa” - sem grandes novidades, com a qualidade de sempre. Roteiro com boas reviravoltas.

CHUCK - “Chuch versus The Tango” - ao lado de “Burn Notice” forma a melhor dupla de séries de ação do momento. A edição é ágil, o roteiro é hollywoodiano e as interpretações são convincentes. Ah, ainda tem humor sutil e inteligente. Neste episódio, Chuck é colocado na linha de frente de uma operação. Destaque para a cena em que ele aprende a dançar tango com Captain Awsome, enquanto os agentes Casey e Sarah se “armam” para um guerra. A edição é ótima, com destaque para as cenas de luta entre os agentes e os criminosos, especialmente entre Sarah e La Ciudad (a criminosa). Aliás, já é um clássico o tango dançado por Chuck e La Ciudad.

UGLY BETTY - “Queens for a Day” - o grande charme de “Ugly Betty” é que, apesar de ser uma estória conhecida - um misto de “Betty a Feia” com “O Diabo Veste Prada” - ainda assim consegue ser agradável. Ponto para a atuação impecável de América Ferrera.

UncategorizedNovember 24, 2007 8:45 pm

Ao longo da semana, quando conversava sobre o último episódio de “ER” lá no Teleséries, o comentário geral foi de que a série está “simpática”, assim como eu mesmo descrevi num Quick Review. Infelizmnete, para uma série tão emblemática, “simpático” é pouco.

Mas lembrei que visitei os estúdios da Warner onde a série é gravada. Para deixar registrado meu apreço à série, compartilho com vocês algumas fotos. É um passeio altamente recomendável, para quem gosta de cinema e séries.

ER Entrada

Jumbo Mart

Placa

Jumbo Mart 2

UncategorizedNovember 23, 2007 9:49 pm

O cenário Rock não é dos melhores. Como um Highlander, o Rock sobrevive pela força dos fãs, independente da ausência de mídia.

Hoje ainda estava ouvindo o novo álbum do Velvet Revólver (”Libertad”), sobre o qual escreverei em breve, é pude perceber várias boas canções que, se tivessemos veículos de mídia voltados ao Rock, seria sucesso na certa.

E isto vale para os bons álbuns do Rush, de Ozzy, do Bon Jovi e por aí vai. A exceção é o Foo Fighters, que de alguma forma consegue acessar as rádios Pop. Mas pouco.

Na TV vemos pouco. Nas rádios, ainda que em São Paulo exista a Kiss FM - uma guerreira, mas que peca pela ausência de novidades - não há como ter acesso a novidades. A não ser que você seja um die-hard fã de rock, e busque nos veículos especializados atualizações.

Porque o “rock” que se ouve nas FMs Pop são, na verdade, Pop-Rock. Com todo o respeito. Mas estão longe de bandas de Rock de verdade.

Falta aquela “pegada” Rock, aquela cara-de-mau, aquela coisa raivosa que faz do Rock um grande transgressor. As bandas de FM são recheadas de emos, com suas maquiagens e caretas, seu sentimentalismo tolo e total falta de carisma. Vêm e vão, sem deixar saudades.

Uma pena.

Uncategorized 9:40 pm

Sim, ele voltou!

A série mais bem escrita da atualidade está de volta. E com ela, um dos grandes personagens do momento, o Dr. Gregory House.

No final da temporada passada, House havia perdido toda sua equipe. E é assim, sozinho, que ele começa esta temporada. Sozinho não! Ele está em sua sala, empunhando uma bela guitarra Gibson Flying V, branca. E tocando (Hugh Laurie é músico). Rock n Roll!

Aliás, a guitarra foi um personagem importante do episódio.

Vamos ao caso: explosão de um prédio leva mulher ao hospital. Desfigurada. Junto estão seu namorado e sua mãe, que é distante da filha. Os tratamentos vão se seguindo e ela piorando. A cada piora, House, sozinho, vai descobrindo as novas causas das pioras. O problema é que cada descoberta significa que a paciente mentia sobre alguma coisa: estava em depressão e tomando medicamentos; depois, era alcóolatra, e por fim, tinha feito um aborto. Nem o namorado, nem a mãe sabiam de nada disso.

Enquanto isso, Cuddy e Wilson tentam convencer House de que ele precisa de uma equipe. Mas, enquanto Cuddy tenta por vias formais, Wilson “sequestra” a guitarra de House! A sub-trama do “sequestro da guitarra” foi genial. Com direito a ameaças do sequestrador (House recebe a alavanca da guitarra numa caixa, como prova de que estava “viva”), contra-ataques de House (que invadiu a casa de Wilson), até que ele resolveu aceitar a recomendação e formar uma nova equipe.

Mas, voltando ao caso: como alguém consegue esconder tantas coisas de um namorado com quem iria se casar? Simples: a pessoa na cama não era quem se imaginava, mas outra sobrevivente. Um reviravolta sensacional, e confesso, inesperada. Pontos e mais pontos positivos para o enredo.

Enfim, “House” se sustenta pelas boas atuações, textos bem escritos e tramas interessantes. A 4ª temporada apenas começou, e a série mostra porque é o melhor drama da TV no momento. E porque Gregory House é, ao lado de Alan Shore (Justiça Sem Limites), o grande personagem da TV.

Segue o jogo! “House” is back!