A indústria do entretenimento está sempre à procura da “Next Big Thing”, ou da nova sensação. Não é diferente quando falamos de entretenimento associado à cultura, como é o caso da literatura.

Com o fim da saga de Harry Potter, a literatura infanto-juvenil procura um novo astro. E há um candidato interessante.

“A Invenção de Hugo Cabret” é um livro diferente. Antes de mais nada, confesso que ainda não lí. Mas ao folheá-lo e tomar impressões de quem leu, não há como se sentir atraído pela estória.

Editado pela Edições SM, “A Invenção de Hugo Cabret” conta a estória de um menino órfão que vive na Paris dos anos 30 (veja sinopse no hot site do livro). Mas o grande ponto do livro do americano Brian Selznick é a mistura entre texto e imagem.

A estória se desenvolve a partir dos textos, associados com as ilustrações, que ocupam páginas inteiras, e são parte integrante da compreensão do livro. O que significa dizer que é livro para quem pensa. Coisa rara em se tratando de literatura infato-juvenil.