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UncategorizedOctober 17, 2007 5:00 pm

Como estou impedido de viajar por um ótimo moitvo (o nascimento da minha filha que se aproxima), resolvi aproveitar e reiterar duas dicas de viagens que acho imperdíveis, especialmente com o Dólar no preço que está: NOVA YORK e LOS ANGELES.

Muitos dos frequentadores do Blog já viram, mas sempre tem gente nova e, de verdade, acho que as dicas são boas.

Aqui estão os links dos posts que escreví sobre o assunto.

Boa Viagem!

NOVA YORK

http://blogdocesar.blogsome.com/2007/05/18/new-york-new-york/

http://blogdocesar.blogsome.com/2007/05/23/new-york-new-york-a-viagem-segue/

http://blogdocesar.blogsome.com/2007/05/29/new-york-new-york-parte-3/
http://blogdocesar.blogsome.com/2007/05/31/new-york-new-york-final/

LOS ANGELES

http://blogdocesar.blogsome.com/2007/03/07/los-angeles-a-cidade/

http://blogdocesar.blogsome.com/2007/03/14/los-angeles-dicas-e-sugestoes/

Uncategorized 4:20 pm

Não há o que falar sobre Paulo Autran que outros já não tenham feito. Mas gostaria de discutir a questão da “perpetuação da imagem”, utilizando um artista emblemático como Autran como exemplo.

Primeiro, não gosto de falar e nem acho que faça sentido usar o chavão de que “na minha época…”. A “época” foi ontem, é hoje e será amanhã, enquanto se estiver vivo.

Tanto é que Paulo Autran sempre foi considerado um ator excepcional. Pra mim, para minha mãe, para minhas sobrinhas. É atemporal. E será assim lembrado para sempre.

Minha questão está, justamente, na palavra “atemporal”: assim como Autran, teremos artistas, músicas, filmes, cantores, bandas novas que serão “atemporais”?

Não quero parecer saudosista. Até porque, muita coisa que eu ouvia e assistia quando mais jovem, eram de péssima qualidade e se perderam no caminho.

Mas me questiono quem que atualmente faz sucesso será lembrado, lá em 2025, com respeito e saudade, e tratado como “atemporal”?

É claro que tudo é uma questão de adivinhação. Até porque, Beatles, Rolling Stones, Autran, Connery, Hopkins e afins não nascem aos montes. E nem sempre foram considerados “atemporais”.

Não é nada de mais, mero exercício de pensamento.