TV, Música, Esporte e Tudo Mais

UncategorizedJuly 30, 2007 11:01 pm

Período: 23 a 27 de Julho
Fonte: Revista Sucesso / Crowley Broadcasting

Top 10 São Paulo

1. Akon - “Don’t Matter”
2. Natiruts - “Natiruts Reggae Power”
3. Fergie - “Big Girls Don’t Cry”
4. Papas da Língua - “Lua Cheia (Fica Doida)
5. Rihanna com Jay Z - “Umbrella”
6. Beyoncé / Shakira - “Beautiful Liar”
7. Chris Brown - “Say Goodbye”
8. Exaltasamba - “Livre para Voar”
9. NX Zero - “Razões e Emoções”
10. Ivete Sangalo - “Deixo (ao vivo)”

Top 10 Rio de Janeiro

1. Vanessa da Mata com Ben Harper - “Boa Sorte/Good Luck”
2. Capital Inicial - “Aqui”
3. Jos Stone - “Tell Me What We’re Gonna Do Now”
4. Paula Toller - “Meu Amor Se Mudou Pra Lua”
5. Papas da Língua - “Lua Cheia (Fica Doida)
6. Ivete Sangalo - “Deixo (ao vivo)”
7. Perlla com Belo - “Depois do Amor”
8. Lulu Santos - “Contatos”
9. Lobão - “Essa Noite Não”
10. Robbie Williams - “She’s Madonna”

Praticamente não há novidades esta semana. O que justifica o antigo nome “parada” do rádio.

Uncategorized 12:48 pm

Pouco mais de 15 dias de competições e acabaram os Jogos Panamericanos do Rio. Depois das 54 Medalhas de Ouro e do ufanismo todo, o que será que restou?

Aspectos Positivos

- As instalações estavam ótimas. Era comum a sensação de que estávamos vendo competições no exterior, tamanha a qualidade, ao menos percebida pela TV.

- A sensação de que o esporte vao além do Futebol e do Vôlei. A maioria das pessoas conheceu - e vibrou - com esportes como Handbol, Judô, Natação, Tae Kown Do e tantos outros.

- O desempenho de alguns esportes foi bom: na Natação os tempos de Cesar Cielo e Thiago Pereira forma muito bons, assim como no Judô, onde alguns atletas venceram campeões mundiais.

Aspectos Negativos

- Os custos das obras.

- Boa parte das 54 Medalhas de Ouro. A grande verdade é que o nível é fraquíssimo. Respeito o Futebol Feminino, mas jogaram contra o vento; no Basquete Masculino, idem; no Atletismo ainda há muito o que fazer e por aí vai. Ou seja, estas medalhas não podem mascarar uma verdade: para fins regionais e contra equipes “C” e Juvenis, está ótimo. Mas falta muito para vôos mais altos.

O que se espera, de verdade, é que o esporte passe a ter papel importante na socialização das pessoas, como forma de inclusão social.

UncategorizedJuly 28, 2007 4:17 pm

Sou grande fã de música bem tocada. Como já escrevi anteriormente, valorizo quem estudou e dedicou horas e horas para poder extrair o melhor que um instrumento musical pode dar. Independente do estilo, isto é apenas mais uma representação de um dogma que tenho: só o estudo faz a diferença.

O Liquid Tension Experiment é uma banda instrumental que faz um som que passeia entre o jazz mais moderno e o rock progressivo. Algumas faixas pesadas, outras nem tanto, a banda é uma grande jam session entre amigos, que nas horas vagas de seus trabalhos “oficiais”, brincavam de tocar.

A banda, um projeto paralelo, formada por Mike Portnoy (baterista do Dream Theater), John Petrucci (guitarrista do Dream Theater), Tony Levin (baixista, que já tocou com Peter Gabriel, Alice Cooper e faz parte ainda do King Crimson) e Jordan Rudess (tecladista, também do Dream Theater) tem 2 álbuns: “Liquid Tension Experiment I e II”, lançados no final da década de 90. Estes serão os dois únicos álbuns da banda. John Petrucci disse que não faz sentido ter um projeto paralelo com membros da banda oficial (na época do lançamento, Rudess não tocava com o Dream Thetaer).

Para quem curte, é essencial. Para quem ainda não conhece, vale à pena.

Liquid Tension Experiment - “Biaxident”


UncategorizedJuly 27, 2007 10:59 pm

A consultoria Interbrand, em parceria coma revista Business Week, faz anualmente um levantamento sobre quais as Marcas Mais Valiosas do Mundo. É sempre uma relação entre vendas e reconhecimento do consumidor.

Hoje foi divulgado o resultado da pesquisa referente a 2006/2007. Mas, para não ficar puramente na notícia, montei uma comparação com o resultado de 1999/2000. Acompanhe:

………1999/2000…………………………………………………..2006/2007…………….

1. Coca-Cola - US$ 72,5 bi………………………..1. Coca-Cola - US$ 65,2 bi
2. Microsoft - US$ 70,2 bi………………………..2. Microsoft - US$ 58,1 bi
3. IBM - US$ 53,2 bi………………………………..3. IBM - US$ 57,1 bi
4. Intel - US$ 39,0 bi……………………………….4. GE - US$ 51,6 bi
5. Nokia - US$ 38,5 bi………………………………5. Nokia - US$ 33,7 bi
6. GE - US$ 38,1 bi…………………………………..6. Toyota - US$ 32,1 bi
7. Ford - US$ 36,4 bi……………………………….7. Intel - US$ 31,0 bi
8. Disney - US$ 33,6 bi…………………………….8. McDonald’s - US$ 29,4 bi
9. McDonald’s - US$ 27,9 bi………………………9. Disney - US$ 29,2 bi
10. AT&T - US$ 25,5 bi……………………………10. Mercedes-Benz - US$ 23,4 bi

Interessante notar que, passados 7 anos, a lista é praticamente a mesma. Mesmo depois do advento da Internet, do lançamento de novos produtos, do crescimento da China e do aumento da Globalização, uma marca consolidada é, e quem sabe?, sempre será uma marca forte.

As mudanças neste período foram a saída da Ford, que passa por forte crise financeira e da AT&T, que chegou a praticamente deixar de existir ao longo de alguns anos e apenas no ano passado voltou a se posicionar como marca forte.

Nos seus lugares entraram duas marcas de automóveis, Toyota e Mercedes-Benz. De certa, forma isto é supreendente, especialmente porque, no início dos anos 2000, falava-se que as internet, e suas novas marcas, dominariam o mundo.

É por isso que não dá para confiar em videntes.

Uncategorized 8:03 pm

O contra-ponto do episódio da semana passada.

“House Training” é denso. Muitas vezes pesado. E triste. Quase não há cenas onde o sorriso se instala no rosto ou a metáfora e a ironia transbordam.

A paciente (Lupe) é uma trambiqueira, que faz bicos e armações par sobreviver. Num determinado momento ela tem um branco, com dificuldade para tomar uma decisão simples. Isto é diagnosticado como um quase-derrame, com impactos no fígado. É aqui que surge o grande relacionamento e tema do episódio: Foreman despreza a paciente, acreditando que seja uma drogada e sem futuro. Ela percebe isso e inicia-se uma queda-de-braço. A cada contato, farpas de lado-a-lado.

Foreman é o protagonista do episódio. Seus pais estão em New Jersey. Há 8 anos Foreman não os vê. A mãe dele é doente e, por vezes, não o reconhece. Percebe-se que há um distanciamento imposto por Foreman, que não gosta da situação de ver a mãe numa posição difícil.

É interessante como uma série com um personagem tão forte como House é capaz de construir personagens complexos ao redor do protagonista. Foreman é egoísta e individualista, mas facilmente se envolve com os pacientes. Uma dicotomia: se valoriza por ter abandonado o caminho fácil do crime e das drogas, mostrando-se forte e decidido, mas é sensível o suficiente para se abalar por pacientes e seus problemas “ex-doença”.

Em “House Training”, Foreman consegue impor seu diagnóstico. Mesmo para House. Mas o tratamento leva a paciente à morte. Foreman e sua fortaleza desabam. Não lembro de vê-lo tão abalado. Some a isto a presença dos pais, e numa ótima interpretação de Omar Epps, sentimos sua angustia como se fosse nossa.

E temos ótimos momentos: Wilson orientando Foreman como dar a notícia a Lupe (de novo, Robert Sean Leonard excelente); Foreman sendo expulso da sala por Lupe; o remorso dele por tê-la tratado mal; culminando com a cena do diálogo pré-morte entre Lupe e Foreman, quando ela diz que pode morrer, pois não tem amigos, não tem nada a perder, enquanto Foreman diz que errou ao julgá-la mal, que já fez escolhas erradas e que tem que se provar o tempo inteiro, e abandonar sua casa foi uma das decisões erradas.

Há ainda a sequência da sub-trama entre Wilson, Cuddy e House, que de importante trouxe um certo “aquecimento” na relação entre Wilson e Cuddy. Nada de mais, mas uma dúvida pintou no ar.

O que importa é que o episódio foi mesmo de Foreman. E um ótimo episódio.

UncategorizedJuly 26, 2007 10:47 pm

Semana de 16 a 20 de Julho
Fonte: Revista Sucesso / Crowley Broadcasting

Top 10 - São Paulo

1. Natiruts - “Natiruts Reggae Power”
2. Fergie - “Big Girls Don’t Cry”
3. Akon - “Don’t Matter”
4. Rihanna / Jay Z. - “Umbrella”
5. Exaltasamba - “Livre para Voar”
6. Beyoncé / Shakira - “Beautiful Liar”
7. NX Zero - “Razões e Emoções
8. Papas da Língua - “Lua Cheia (Fica Doida)”
9. Crhis Brown - “Say Goodbye”
10. Ivete Sangalo - “Deixo - ao vivo”

Posso dizer que acredito que nunca tenha ouvido a maior parte dessas músicas. Exceto pela da Rihanna, que é bacana. Ou não tocam nas rádios que ouço, ou eu troco de rádio imediatamente após o primeiro acorde. Sei lá. Não gosto.

Top 10 - Rio de Janeiro

1. Vanessa da Mata / Ben Harper - “Boa Sorte / Good Luck”
2. Lobão - “Essa Noite Não”
3. Paula Toller - “Meu Amor se Mudou Pra Lua”
4. Joss Stone - “Tell Me What We’re Gonna Do Now”
5. Robbie Williams - “She’s Madonna”
6. Capital Inicial - “Aqui”
7. Fergie - “Big Girls Don’t Cry”
8. Ivete Sangalo - “Deixo - ao vivo”
9. Papas da Língua - “Lua Cheia (Fica Doida)”
10. Lulu Santos - “Contato”

No Rio, idem. Tirando Joss Stone, porque ouço via CD - sim, além de mp3 eu ainda ouço CD! - as demais são, praticamente, ilustres desconhecidas. Mas é interessante ver que 8 das 10 são brasileiras, e só a Ivete faz o estilo “popularzão”.

Dá pra dizer que a parada carioca é “chic” e a paulista, black.

Uncategorized 1:21 pm

Muito se fala a respeito da estratégia operacional dos Canais Fox no Brasil. Especialmente depois da substituição das legendas pela dublagem em sua programação no primetime.

Sempre defendi o direito e a capacidade de avaliação e administração dos canais, por entender que são especialistas, que trabalham com isso, que têm dados e informações que nós, meros telespectadores, não temos.

Infelizmente, analisando com calma os caminhos adotados pelos canais Fox, desconfio da capacidade da equipe destes canais, mesmo não sendo um especialista. Vamos aos fatos:

- O Brasil tem 4,7 milhões de assinantes de TV Paga, de todos os padrões. Segundo o Ibope, a série de maior audiência, “Lost”, tem cerca de 217 mil telespectadores de audiência, o que representa 4,6% do total de assinantes. A segunda série, “Heroes”, tem cerca de 148 mil (3,1%). Ou seja, apesar de crescer, a audiência individual das séries ainda é baixa.

- Das 20 maiores audiências, 7 horários são da Warner, 4 são da Universal, 4 da AXN, 3 da Sony e 2 da Fox. A grande margem da Warner se explica, possivelmente, porque o canal é conhecido como “canal de séries”. Das demais, apenas a Sony é um “canal de séries”, mas que optou por transferir parte delas para a AXN, que ganhou um primetime quase que exclusivo de boas séries.

- A Fox, que mingua com 2 horários - 15º com “Nip/Tuck” e 18º com “24 Horas”. Mas o canal possui um acervo interessante de séries, acompanhe: as duas citadas mais “Bones”, “Shark”, “Prison Break”, “Boston Legal” e “Rescue Me”. Sem contar que a FX que tem “My Name is Earl” e “The Office”. Ou seja, é um portfólio de respeito. Mas por que o desempenho ruim?

A administração da Fox entende que o problema são as legendas e, portanto, optou por dublar a programação. Discordo.

Os problemas do canal passam por um histórico de erros técnicos - desde legendas erradas até falhas grosseiras na programação, como apresentar um episódio inédito de “Shark” no lugar de uma reprise ou apresentar “Alien vs. Predador” no meio do episódio de estréia de “24 Horas” - e chegam ao ponto crucial, na minha opinião: ausência de publicidade.

Os canais de destaque trabalham de forma insistente na divulgação de suas séries. Seja em anúncios de revistas ou ações específicas de marketing. Todo mundo que gosta de séries - e pelos números que apresentei não chega a ser assim uma multidão - conhece os horários e séries de cada canal. Na Fox, apenas recentemente resolveram dedicar o horário das 22hs para séries. Sem critério de temporada ou análise da concorrência - impossível acreditar que alguém analisou alguma coisa ao colocar “Shark” batendo de frente com “CSI” (Sony) e “ER” (Warner). Sandice completa!

Se associarmos a falta de publicidade, com as escolhas equivocadas de horários e formação de grade, e aos erros técnicos insistentes, veremos que há, nitidamente, falhas na admnistração do canal, do ponto-de-vista de formatação da programação. E para encobrir os erros, culpam as legendas.

Uma pena.

Uncategorized 12:52 pm

Teve início ontem, na Fox, a 3ª Temporada de “Boston Legal”, ou “Justiça Sem Limites” para quem gosta do título em português.

Antes de mais nada, um comentário que precisa ser feito: séries dubladas perdem muita qualidade. Um elemento crucial numa série de TV ou num filme é justamente a forma como o ator imprime personalidade ao personagem, através da voz. Ao ser dublada, a série perde a essência.

Dito isso, vamos ao que interesse: “Boston Legal” é uma série sensacional. Texto ágil e inteligente, interpretações magníficas (atrapalhadas pela dublagem) e edição que te coloca dentro das cenas. Costumo dizer que “Boston Legal” é uma espécie de “House” sofisticada. Talvez a única série da atualidade que tenha paralelo com o programa do Dr. Gregory House.

“Boston Legal”, para quem não conhece, é uma “dramédia” baseada no dia-a-dia de um escritório de advocacia de Boston. Centrada num trio de personagens brilhantes - Danny Crane, Alan Shore e Shirley Schmidt - brilhantemente interpretados por William Shatner, James Spader e Candice Bergen, ela se desenvolve a partir dos três, suas vidas pessoais, as tramas internas do escritório e a atuação dos advogados em casos nos Tribunais.

Com ironia fina, as tramas se conectam e criam uma sensação agradável, de sorriso permanente, quer seja pela ironia, ou pelos textos e temas e, especialmente, pelas interpretações, infelizmente dizimadas pela dublagem.

Vale ressaltar que há um elemento interessante e de desenvolvimento genial: sempre, ao final de cada episódio, Alan Shore (James Spader) e Danny Crane (William Shatner) sentam-se numa varanda do escritório, e enquanto tomam whiskey e fumam charuto, divagam sobre a vida. Uma soma de talento puro dos atores com textos brilhantes. Fecha os episódios com chave-de-ouro.

Recomendo. Toda quarta-feira, às 22 hs, na Fox. Assim como acontece com “Nip/Tuck”, eu troco o futebol por “Boston Legal”.

PS: depois farei um pequeno resumo do episódio de ontem. Será resumo mesmo, não review.

UncategorizedJuly 25, 2007 5:25 pm

Hugo Hoyama e Gustavo Borges eram, até ontem, os maiores medalhistas de ouro do Brasil em Jogos Panamericanos. Independente da relevância dos jogos em termos mundiais, as 8 medalhas que cada um conquistou ao longo dos últimos 20 anos merecem respeito.

Ontem, Hugo Hoyama disputava a competição de Tênis de Mesa que poderia levá-lo à 9ª medalha de ouro para, então, se tornar o maior medalhista brasileiro da história.

Na disputa do título por equipes, em partida contra a Argentina, um espectador chamava atenção: Gustavo Borges. Ele, que dividia com Hoyama a honra de ser o maior vencedor, estava lá, acompanhando e torcendo para que o mesatenista o ultrapassasse.

Ao final da partida, medalha de ouro conquistada, Gustavo foi um dos primeiros a se aproximar de Hoyama a cumprimentá-lo, reverenciando o feito. Sem estrelismos. Com alma de esportista.

Num País em que os fins justificam os meios, em que o “jeitinho” é tido como marca, e a indivualidade se sobrepõe ao coletivo, o comportamento de Gustavo Borges é mais que louvável. É digno de aplausos.

E Hugo Hoyama já avisou: no próximo Pan estará nas piscinas, torcendo para que Thiago Pereira ultrapasse sua marca.

Assim se faz o esporte. Assim deveria ser feito um País.

PS: nem preciso citar o comportamento “estelar” e “exemplar” de outros supostos ídolos, como Oscar e sua vaia aos ginástas estrangeiros. E claro, o público, BEM BRASILEIRO, vaiando os competidores internacionais durante as competições e na entrega das medalhas. Lamentável.

UncategorizedJuly 24, 2007 8:11 pm

No próximo dia 28 de Julho completarão 20 anos do lançamento de um dos mais importantes álbuns da história do rock: “Appetite for Destruction”, dos Guns n’ Roses.

Mesmo quem não gosta de rock não fica insensível a este álbum. Trata-se de um desfile de músicas perfeitas, na medida certa entre o comercial e o underground.

“Appetite for Destruction” marca uma mudança importante no cenário rock mundial: depois do peso dos anos 70, quando bandas como Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabath dominaram o cenário, os anos 80 trilharam um caminho mais eclético e pop. Mesmo as bandas de rock tinham um ar “festeiro”, com bandas de Hard Rock como Poison e Motley Crüe. Ótimas, mas um pé e meio no pop.

Guns n’ Roses chegaram de forma marcante, mantendo o aspecto comercial do Hard Rock, mas acrescentando peso e “sujeira” das bandas punk. E tome hit: “Sweet Child O’Mine”, “Patience”, “Welcome to the Jungle”, “Paradise City” e “Mr. Brownstone” são alguns deles. E praticamente todo mundo conhece essas músicas.

O álbum de estréia dos Guns n’ Roses venceu 25 milhões de cópias ao redor do mundo, ganhando 15 Discos de Platina e é o 2º debut (álbum de estréia) mais vendido da história (atrás apenas de “Boston”, da banda Boston).

No próximo sábado, aniversário do álbum, os integrantes originais Izzy Stradlin, Duff McKagan, Slash e Steven Adler devem se reunir para celebrar a data. Não está confirmada a presença de Axl Rose. Mas, nunca se sabe.