No posto da manhã de quarta-feira eu dizia que o Grêmio tinha ligeiro favoritismo nesta primeira partida da Semifinal da Libertadores. Não é que eu conheça muito. Mas sei que para avançar na Libertadores é necessário “algo a mais”.

“Algo a mais” que, para Grêmio e Santos vinha sendo uma “mãozinha” Divina e, obviamente, transpiração. Sem ela, sem garra, não se avança nesta competição. Foi quando se enfrentaram.

Daí, a garra e a vontade Gremista foram implacáveis com o futebol mais qualificado, porém frio - como a noite - do Santos. O Grêmio simplesmente não deixou o Santos jogar, marcando de forma sistemática, dura, mas leal. Correndo mais e se entregando mais. Aliás, “entrega” é uma palavra importante. Com ela, times comuns se transformam em vencedores.

Associando isto a duas bobagens da defesa Santista, e o placar de 2 a 0 para os Gaúchos é um passo gigantesco rumo à final. Na Vila Belmiro é possível reverter? Sim. É provável? Não.