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UncategorizedApril 25, 2007 11:00 pm

Na correria do dia acabei esquecendo de falar do episódio de ontem de Criminal Minds. Seguindo a sequência dos 2 episódios anteriores, este também apresentou uma dinâmica diferente. O agente Derek Morgan, em visita á sua cidade natal, é acusado da morte de 3 garotos, nos últimos 15 anos.

O episódio se desenrola de forma interessante. Desde o início, apesar das aparências, sabemos que Morgan não é o assassino. Mas com uma “mãozinha” de Gideon - que a pedido de um investigador da polícia local, fez o perfil de um assassino de garotos, sem saber que o suspeito era Morgan - o investigador conseguiu prendê-lo.

A equipe de Hotch e Gideon chega a Chicago - cidade onde se passa a estória - e tenta provar a inocência de Morgan. Ao longo do episódio as questões vão se encaixando, e o desfecho é natural, ainda que seja possível desvendá-lo antes do bloco final. O verdadeiro assassino é uma espécie de “herói” local, que ajuda meninos negros a saírem das ruas, colocando-os em faculdades, dando-lhs melhor caminho na vida. Só que este bom-mocismo tem em troca um comportamento pedófilo, que é escondido por todos os garotos, pois a ajuda do criminoso é a única forma de melhorarem de vida. E rapazes foram mortos pois estavam prestes a denunciá-lo, e o investigador acreditava que o criminoso seria Morgan por conta de fatores do passado e de uma armação do criminoso real.

O mais interessante do episódio foi justamente a tensão criada em cima de algo que nós sabemos não ser verdade. Um jogo de “gato-e-rato”, fatos do passados escondidos, reviravoltas simples, mas factíveis. E a utilização do perfil psicológico de forma sustentável - sem achismos e conclusões a partir do nada. E é assim que Criminal Minds consegue atingir seus melhores momentos.

Uncategorized 5:53 pm

Notícia veículada pelo site Whiplash (www.whiplash.net)

Ratt anuncia reunião e turnê norte-americana

O RATT subirá aos palcos pela primeira vez desde 1999 com o vocalista Stephen Pearcy, o guitarrista Warren DeMartini e o baterista Bobby Blotzer.

Planos para uma turnê norte-americana completa estão sendo estudados, enquanto a banda se prepara para excursionar com o POISON. À tour norte-americana do RATT devem se seguir shows no Canadá, Europa, Japão, América do Sul e Austrália.

A banda será completada pelo baixista Robbie Crane e pelo guitarrista John Corabi.

O Ratt é uma das grandes bandas de Hard Rock surgidas na Década de 80. Com aquele conceito bem exagerado, de cabelos com permanente, maquiagem, roupas extravagantes, mas com muita competência. Tecnicamente, uma banda perfeita, com um guitarrista espetacular - Warren DeMartini - e um vocalista carismático - Stephen Pearcy - que tecnicamente não é um supra-sumo, mas o carisma compensa.

A banda teve altos e baixos desde o final da década de 90, com muitas briogas que culminaram com a saída de Pearcy, que foi substituído por Jonh Corabi (com passagem discreta pelo Motley Crue).

Dentro os álbuns, destaco dois trabalhos mais recentes: “Detonator” (1990)e “Ratt” (1991), mas a coletânea “81-91″ (1991) é ótima para se tomar conhecimento da obra da banda.

Em resumo, é Hard Rock tradicional, dos bons. Destaque para o guitarrista Warren DeMartini. Confira em “Shame, Shame, Shae”, do álbum “Detonator”.


Uncategorized 11:24 am

Lily Allen é uma inglesinha maluca que ficou famosa por sua página pessoal no “My Space”. Postou lá uma série de músicas, escreveu uma série de bobagens, se mete em muita confusão, fala o que deve e o que não deve.

Mas, nada disso importa. O que importa de verdade é que graças a Mark Ronson - sim, descobri quem é uma dos Top 10 Britânico. Já conhecia mas não tinha associado “nome à pessoa” - um produtor inglês radicado em Nova York, ela cometeu um álbum interessantíssimo, “Alright Still”.

Ronson, que também é produtor do excelente “Back to Black” da ótima “Amy Winehouse, deu uma roupagem bem anos 80 ao trabalho de Lily, sem que isto soe nostálgico. Misturou levadas de R&B, de Ska, um pouco de Reggae, muito Pop e o resultado é um álbum coeso e bastante agradável se der ouvido.

E não, não vou colocar a já exageradamente tocada “Smile”. Prefiro “Alfie”, uma das boas faixas de “Alright Still” (e um vídeo bacana).


Uncategorized 10:55 am

Diferente do esquecimento do “Top 10 Britânico”, deixar de lado o “Top 10 Brasil” foi proposital. Mas daí o Éder do “Anônimos Secretos” deixou um comentário sarcástico a respeito do tema e, obviamente, não pude deixar de atendê-lo.

Top 10 - Brasil - Álbuns (não está incluída a venda de cd pirata…)

1 - “Ivete no Maracanã - Multishow ao Vivo” - Ivete Sangalo
2 - “Homenagens ” - Ricky Vallen
3 - “Vol. 10 - Acelerou” - Banda Calypso
4 - “Minha Benção” - Padre Marcelo Rossi
5 - “Palavras de Amor” - Cesar Menotti & Fabiano
6 - “Na Moda do Brasil - Ao Vivo” - Edson & Hudson
7 - “Paraíso Tropical - Nacional” - Vários
8 - “Canto, Bebo e Choro” - Gino & Geno
9 - “Perdido de Amor” - Amado Batista
10 - “The Open Door” - Evanescence

Fonte: Folha Online / Revista “Sucesso”

Honestamente: sem comentários.