O tal Gol que o goleiro Fábio do Cruzeiro levou
Já que eu falei do absurdo gol que o goleiro Fábio do Cruzeiro levou, aqui está ele. Até minha mulher deu risada.
Já que eu falei do absurdo gol que o goleiro Fábio do Cruzeiro levou, aqui está ele. Até minha mulher deu risada.
Acompanho “Heroes” desde a estréia, no Universal Channel. O horário é um tanto ingrato (Sextas, às 21 hs) - pelo menos pra mim - mas eu me esforço para pegar as reprises, seja no sábado às 20 hs ou na própria sexta, à 1:30 hs da madrugada! Aliás, os dois últimos episódios eu ví na madrugada.
Enfim, “Heroes” é uma série que precisa ser vista com certa paciência. Confesso que não entendo como conquistou tantos fãs. Os primeiros episódios são interessantes, mas lentos. Alguns episódios têm passagens chatas, arrastadas, um convite à troca de canal. Entretanto, esta lentidão é fundamental para que tenhamos contato com a grande quantidade de personagens e estórias que iniciam isoladas, mas que se conectam ao longo dos episódios. A vantagem de começar a acompanhar a série bem depois da estréia nos EUA é justamente essa: sabemos que vai acelerar.
Acho que todo mundo já ouviu falar sobre “Heroes”. Tentar passar alguma coisa aqui é desnecessário. Até pensei em escrever algum review sobre os episódios, mas a complexidade é tamanha que haveria a enorme chance de ficar confuso. Quem melhor escreve sobre os episódios é o Ale Rocha, do Poltrona.tv e Teleséries (ambos com link ao lado). Não são resumos ou relatos dos episódios, mas são comentários interessantes sobre a estrutura e desenvolvimento da série.
O importante é que a série é altamente recomendável. Vai te ganhando a cada episódio e, quando percebemos, já somos um “Heroemaníaco”. Se perdeu, fique atento, pois o Universal Channel deve fazer algumas maratonas durante a temporada.
Faz tempo que não vou ao cinema com minha esposa (nem sozinho). Primeiro, porque não vejo boas estréias, mas a realidade é que há tanto a fazer durante o final de semana, que sobra pouco tempo para o cinema. E, de fato, tem uma coisa pior: nas últimas “n” vezes que fomos, encontramos públicos extremamente mal educados - fossem adolescentes ou adultos. E em várias salas. Como ficar irritado não é nosso esporte favorito, abandonamos a Sétima Arte.
Mas aguardo a estréia de Spideman III. Talvez volte ao cinema.
Fim de semana de finais nos campeoantos estaduais. Muitos gols e bons jogos.
No Rio, um empate interessante em 2 a 2 entre Flamengo e Botafogo, o que deixa tudo aberto para o próximo domingo. O Botafogo parece ser ligeiramente superior, mas em final e clássico, não dá para apostar.
Em Minas o Atlético-MG deitou e rolou sobre o Cruzeiro, fazendo 4 a 0. No próximo final de semana os Cruzeirenses podem procurar outra coisa para fazer, porque o Galo levantará a taça. PS: tinha esquecido: o que foi aquele gol que o goleiro Fábio, do Cruzeiro, tomou? Poucas vezes ví algo tão absurdo.
No RS, um jogão o empate em 3 a 3 entre Juventude e Grêmio, em Caxias. O Grêmio leva ligeira vantagem por jogar a última partida em casa, mas tem jogo pela Libertadores contra o São Paulo, em São Paulo. Por isso, acho que ainda está indefinido.
Ah, e em São Paulo…vai, Azulão! O São caetano pôs a mão na taça, vencendo um Santos esquisito por 2 a 0. Parecia que o time de Luxemburgo estava em outra sintonia. Talvez preocupado com o jogo pela Libertadores na Venezuela, na próxima quarta-feira. Como o Azulão não tem nada a ver com isso, deu um enorme passo rumo ao título.
Para um final de semana cheio de estilo, “Medeski, Martin & Wood”, um baita trio de jazz (baixo, bateria e teclado).
Última atualização de álbuns vendidos no Brasil e nos EUA. No Brasil a referência é a semana entre 18 e 24 de Maio (vendidos em lojas). Nos EUA, a referência é a semana que se encerra em 05 de Maio (baseado nas encomendas das lojas). Muitas mudanças. Vamos lá:
TOP 10 Brasil
1 - “Ivete no Maracanã - Multishow ao Vivo” - Ivete Sangalo
2 - “The Best Damn Thing” - Avril Lavigne3 - “Minha Benção” - Padre Marcelo Rossi
4 - “Homenagens ” - Ricky Vallen
5 - “Vol. 10 - Acelerou” - Banda Calypso
6 - “Palavras de Amor” - Cesar Menotti & Fabiano
7 - “Paraíso Tropical - Nacional” - Vários
8 - “Infinito Particular” - Marisa Monte
9 - “Quarto - Vol. 1″ - Ana Carolina
10 - “Bendito o que Vem em Nome Do Senhor” - vários
Fonte: Revista Sucesso / Folha Online
O destaque positivo é Avril Lavigne. Os demais, bem, questão de gosto.
Top 10 EUA
1. “The Best Damn Thing” - Avril Lavigne
2. “Year Zero” - Nine Inch Nails
3. “Now 24″ - coletânea
4. “Bucky Covington” - Bucky Covington
5. “Waking Up Laughing” - Martina McBride
6. “Konvicted” - Akon
7. “Daughtry” - Daughtry
8. “Let It Go” - Tim McGraw
9. “Some Hearts” - Carrie Underwood
10. “Timbaland Presents Shock Value” - Timbaland
Fonte: Billboard
Os destaques são Avril Lavigne e Nine Inch Nails, repetindo as vendas no Reino Unido, e a presença de 3 ex-American Idol no Top 10.
Um episódio à prova de balas! Este é o sentimento ao final de “Son of a Coma Guy”.
Primeiro, porque o esquema natural foi alterado. Havia o doente de plantão, que mereceu a devida atenção da equipe, mas não era ele exatamente o foco. Vamos aos fatos.
O episódio começa com House fazendo um lanche no quarto onde ficam os pacientes em coma. Nisso chegam Dr. Wilson e em seguida o filho de um dos pacientes. Após um teste “à la House”, ele diagnostica uma doença no rapaz, que é internado. Pois bem, nas idas e vindas da avaliação - com as habituais tentativas e erros de diagnóstico e piora do paciente - House decide que a doença é genética. Como o único parente vivo do rapaz é o pai, em coma, House decide acordá-lo (PS: não sei se o processo de “reanimação” do paciente é possível, mas como os procedimentos e doenças sempre fazem sentido, acredito que seja possível). Daí começa o episódio.
O paciente é acordado, sabe que o procedimento de House durará no máximo dois dias, quando o efeito da droga utilizada cessará, e resolve curtir o mundo que lhe ficou para trás nos últimos 10 anos. House o segue, tentando encontrar na conversa algo que justifique sua idéia de que a doença do filho é genética. E vão para Atlantic City no carro de Wilson.
Um break rápido: durante isso, a equipe constinua a tratar o rapaz, e o policial Tritter volta ao hospital para conversar com os membros da equipe. Todos defendem House, justificando a necessidade dos analgésicos, mas é Foreman quem melhor se sai, dizendo que House é um idiota (sic), mas quem não há porque duvidar de sua dor.
Voltando a Atlantic City. O grande lance deste episódio foi ver um Dr. Gregory House sem sua armadura. Ao lidar com alguém que voltaria ao coma em poucas horas, House perde sua capacidade de aterrorizar os pacientes e fica vulnerável, na tentativa de encontrar respostas à doença do rapaz no hospital. E, para responder às perguntas de House, o paciente em coma exige que antes, House responda perguntas suas.
Em mais uma brilhante atuação de Hugh Laurie, vemos feições de ternura e certo medo inimagináveis em House. Até o ápice, quando o paciente lhe pergunta por que ele decidiu ser médico, se não gosta de gente? Indo direto ao ponto, a reposta é algo como “não importa quem faz, nem para quem se faz; o que importa é o que se faz”.
No hospital, Foreman descobre que o paciente-filho tem um problema no coração e precisa de um transplante, se não morrerá. Daí temos outro momento brilhante, quando o paciente-pai diz que quer doar seu coração, dado que é o único compatível. Obviamente, ao consultar Cuddy ela rejeita a situação. Mas no hotel em Atlantic City, House pede que Wilson saia do quarta e inicia um diálogo com o paciente-pai dizendo: “Comprimidos são mais rápidos, mas podem afetar o coração; enforcamento é mais doloroso, mas menos traumático, e a melhor alternativa pode ser a asfixia”.
O resto é o de sempre: o paciente sobrevive, Cuddy fica louca da vida quando percebe que House induziu o paciente-pai ao suicídio e pronto. O que ficou de relevante neste episódio foi a chance de ver um House despido de sua prepotência habitual, ao mesmo tempo em que sua equipe o defendia com fidelidade canina. Um episódio grandioso. À prova de balas.
Os Palmeirenses já estavam em férias a alguns dias. Os Sãopaulinos foram sacaneados enormemente após a eliminação para o São caetano, no Campeonato Paulista e a classificação com “as calças na mão” na Libertadores. Santistas são os únicos que andam rindo à toa. E Corintianos, a despeito da pífia campanha no Paulistão, resolveram tirar um sarro de todo mundo nesses dias.
Mas o futebol é uma maravilha, e ontem, com Pacaembú lotado, o Corinthians tomou um passeio de bola do glorioso Náutico, de Pernambuco e foi eliminado da Copa do Brasil. Agora, assim como o Palmeiras, está de férias, secando os adversários. Enquanto isso, Santos e São Paulo lutarão por mais algum tempo contra esta “secação”.
Nada como uma dia após o outro. E esta é a graça do futebol.
Shark foi derrotado.
Ninguém é imbatível, em nenhuma atividade da vida. Ser considerado “genial” significa que se ganha mais do que que se perde. E no episódio de ontem, Sebastián Stark não alcançou seu objetivo.
O episódio foi excelente, provavelmente o melhor desta temporada de estréia. A premissa era banal - serial killer de mulheres indefesas - mas ela não era importante. Tanto é que ainda na primeira parte já se sabia quem era o assassino. Aliás, o “Wayne” do título, brilhantemente interpretado por Bill Campbell (”The 4400″ e ” The OC”).
O ponto alto deste episódio foi a batalha de Stark, brilhante, contra alguém que era tão brilhante como ele, mas com uma característica comum aos serial killers: a frieza (que definitivamente não é parte da personalidade de Sebastián). Para ajudar na trama, Wayne decide se auto-defender (numa possibilidade aceita pelo sistema judicial americano) dispensando o advogado. Como é brilhante, consegue montar sua defesa após estudar a vida profissinal de…Stark! Aliás, numa das boas tiradas de Sebastián, que ao saber desta manobra, disse: “Enfim, um adversário à altura”.
Numa tentativa de intimidar Stark, Wayne vai à sua casa e conversa com a filha de Stark, Julie, calmamente, como se fosse uma velho amigo. Acaba preso por invasão.
As duas últimas partes são eletrizantes. Teve de tudo: i) irmão do réu mudando depoimento - mentindo em favor do réu -; ii) testemunha de defesa sendo ameaçada de dentro da prisão, pelo réu-advogado; iii) a mesma testemunha, numa sequência sensacional, é inquerida por Stark e Wayne; iv) agressão de Stark em Wayne (que usou a filha de Sebastián para irritá-lo), utilizada posteriormente no Tribunal; e v) nova ligação de dentro da prisão para a testemunha, que culmina no suicídio desta (a única vítima de Wayne que ainda estava viva).
No final, ainda que todos saibamos que Wayne era realmente o serial killer, dado sua capacidade de desqualificar as provas da promotoria, os jurados o inocentam.
Um episódio eletrizante, brilhante, muito bem conduzido e que contou com a atuação magistral de James Woods (Stark) e Bill Campbell (Wayne). Vale cada minuto. Se não viu, assista à reprise no domingo às 15hs ou na próxima quinta, às 21hs, antes do episódio inédito. Na Fox.
Eu sei que hoje é quinta, mas há alguns dias na semana em que não tenho lá muitas opções na TV. Quarta-feira é um desses dias. Apesar dos ótimos “CSI:Miami” e “Monk”, só acompanho regularmente “Nip/Tuck”. Mas há uma explicação: quarta-feira é dia de futebol na TV.
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