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UncategorizedFebruary 27, 2007 8:46 pm

No último final de semana, pré-Oscar, resolvemos minhas mulher e eu assistirmos algum dos indicados ao Oscar de Melhor Filme. Já tinhas visto o ótimo "Pequena Miss Sunshine" e, dentro os outros, optamos por "Babel" - eu queria ver "Os Infiltrados", mas não encontramos dia e hora aceitáveis.

Que filme chato! Ruim mesmo! Uma grande decepção.

A idéia de contar 3 estórias que se conectam, de forma simultânea, não é nova, mas tudo bem, não é um problema por si só. O problema é que duas das estórias, (1ª - envolvendo um casal de Americanos em viagem ao Marrocos e 2ª - envolvendo seus filhos e a empregada Mexicana) são de um nonsense absurdo. A impressão é de que tentaram provar que a "Lei de Murphy" existe!

Aliás, além de "tudo acontecer ao mesmo tempo agora", o desenrolar das estórias contém tantos equívocos - erros crassos cometidos pelos personagens para que as estórias se sustentassem e se prolongassem - que é irritante.

Já a terceira estória, que se passa no Japão, é coesa e interessante. Envolve pai e filha - esta, surda e muda - cujo mãe da família se suicidou. A estória é sensível, as atuações são precisas. A única parte interessante num filme supervalorizado. 

Uncategorized 8:26 pm

As águas de Março trazem algumas boas estréias e algumas novas temporadas de séries. Vamos às mais interessantes:

HEROES - a já famosa estória das "pessoas comuns" que descobrem ter superpoderes, e que juntos salavarão o Mundo. De fato, a estréia mais esperada do ano. Tem cara de HQ, roteiro de HQ e charme de HQ. Não percam. Diversão pura.

Estréia: 02/Março, sexta-feira, às 21hs, no Universal Channel.

HOUSE - tudo o que eu tinha pra falar está num post abaixo. Agora é com vocês.

Estréia: 15/Mar, quinta-feira, às 23hs, no Universal Channel.

NIP / TUCK - as aventuras e desventuras de dois cirurgiões plásticos de Miami. Parece tolo, mas é ótimo. Sarcástico, ácido, irreverente e profundo. Escreverei mais quando for estrear. Mas posso garantir que vale à pena. Mas é a 4ª temporada, o que pode gerar alguma incompreensão nos primeiros episódios. Mas vale.

Pré-Estréia: 18/Mar, domingo, às 22hs, na Fox (depois será transmitida às terças, também às 22hs).

MY NAME IS EARL - comédia escatológica e politicamente incorreta, conta as aventuras de Earl (muito bem interpretado por Jason Lee), que fez uma lista com todas as bobagens e trapaças que praticou na vida e agora tenta "desfazê-las", para se livrar do "karma" associado a elas (acredita que assim passará a ser uma pessoa de sorte). Meia horinha de humor ácido, mas inteligente.

Estréia: 06/Mar, terça-feira, às 23hs, na FX.

UncategorizedFebruary 21, 2007 3:04 pm

Morar num País "em desenvolvimento" como o nosso tem vantagens e desvantagens. Quando se trata de cultura - especialmente nós que temos uma cultura "tão desenvolvida" e pouco acesso à pequenos diamantes espalhados pelo mundo - há mais desvantagens que vantagens.

Felizmente, por um desses lapsos da natureza - possivelmente efeito do aquecimento global ou  crescimento econômico chinês - teremos o imensurável prazer de acompanhar um show, em terra brasilis, de Béla Fleck & The Flecktones. Um pouco mais sobre eles vocês podem ver no meu primeiro post, lá embaixo.

Dizer que nós veremos é um certo exagero, uma vez que a apresentação será única, no Auditório Ibirapuera, para 800 sortudos, pagando apenas R$ 30,00. São apenas R$ 30,00 para acompanhar a melhor música que se faz no Planeta Terra! E há quem gaste mais que isso para comprar cd de axé e pagode. Enfim, nossa cultura é "muito rica".

Existem coisas na vida que torcemos para acontecer, mas que, na verdade, parecem improváveis, muitas vezes, impossíveis. O impossível acontecerá.

Béla Feck & The Flecktones - Show no dia 20 de Março, às 21 horas, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Amén.

UncategorizedFebruary 16, 2007 9:02 pm

Você gostaria de acompanhar uma série que, semana após semana, repete seu esquema habitual? Ou seja, é sempre "mais do mesmo"? Parece chato, não? É chato. Mas toda regra tem sua exceção. No caso de séries de TV, tem suas exceções. "House" é, muito provavelmente, a melhor dessas exceções. Um suposto drama médico - digo "suposto" porque a medicina é apenas a ligação entre os personagens - que traz no papel central o Dr. Gregory House - um médico especializado em diagnosticar "doenças impossíveis" - e sua equipe, no cotidiano de um hospital norte-americano. Parece banal, não? E seria, não fosse uma série de fatores:

- Personagens: Greg House (Hugh Laurie) é um personagem fora-do-comum. Ranzinza, mal humorado, exageradamente sincero e irritante, teve todas essas características potencializadas por uma cirúrgia mal feita que lhe causou atrofia numa das pernas, e dores constantes. Irrascível e brilhante, House comanda uma equipe de 3 médicos que o auxiliam nos diagnósticos e tratamentos: o neurologista Dr. Eric Foreman (Omar Epps, "ER"), que talvez tenha um passado secreto; a imunologista Dra. Allison Cameron (Jennifer Morrison); e o intenso Dr. Robert Chase (Jesse Spencer), que é um médico à moda antiga. O Dr. House encontra algum conforto em seu amigo, o Dr. James Wilson (Robert Sean Leonard, "Sociedade dos Poetas Mortos"), um especialista em oncologia que ele sempre consulta antes de tomar alguma decisão. Mas também há problemas no trabalho para o Dr. House pela antipatia entre ele e a Dra. Lisa Cuddy (Lisa Edelstein, "Felicity"), a chefe da administração do hospital. Cuddy está em constante conflito com House sobre suas responsabilidades no hospital, mas até ela é obrigada a admitir que ele talvez seja o médico mais brilhante da equipe.

- Textos: primeiro, tenha a certeza de que os acontecimentos, doenças e soluções da série são reais. Palavra de médicos que consultei. Baseado nisso, os textos, misturam a solução dos casos ao comportamento dos personagens. Não é apenas uma série médica; é uma série com fundo médico, mas que lida com o comportamento das pessoas, as inter-relações possíveis entre seres humanos tão distantes e diferentes. Humor ferino, muitas vezes politicamente incorreto, sagacidade, compaixão, raiva. Tudo misturado e freneticamente desenvolvido. Cada episódio de "House" é uma injeção de adrenalina na veia.

- Atores: Ok, todos são bons. Mas Hugh Laurie teve a capacidade de criar um personagem inimaginável. Não dá para imaginar Greg House na pele de outro ator. Mas, qualquer coisa que eu escrever não será suficiente para denominar a atuação de Laurie. Só assistindo.

Não perca. O horário ajuda, tanto na TV Paga - a série é transmitida toda quinta-feira, às 23:00 hs, na Universal Channel - quanto na TV aberta, onde estréia no próximo dia 06 de Março, à 0:00 h (meia-noite, para os desavizados), na Record.

UncategorizedFebruary 1, 2007 11:28 am

Em breve haverá um novo blog no ar. Minha Pequena estará postando textos bem legais, leves e inteligentes. E ela escreve melhor que eu. Aguardem. Asism que estiver no ar, postarei o link.