Fim de Feira

March 18, 2011

House

Filed under: Uncategorized

Acompanho "House"  -Universal Channel, quinta-feira, às 22h00 - faz muito tempo. Estamos na 7ª temporada e acompanho desde a 2ª.

O que sempre me chamou atenção foram as reações do personagem principal - sua rabugice, seu jeito honesto, sua insensibilidade, mas sua capacidade de salvar vidas a qualquer preço - e o realismo dos casos médicos abordados. Mas a série, para durar, não poderia ficar limitada a diagnósticos e um personagem.

Depois de altos e baixos entre a 5ª e 6ª temporadas, eis que "House" parece reencontrar o caminho. Os doentes e seus diagnósticos continuam lá, mas há vida além do quarto do hospital. As tramas individuais ganharam mais força e credibilidade, e passaram a constituir arcos de continuidade que prendem a atenção para os episódios seguintes. Sem contar que os demais atores e persongens passaram a ser mais relevantes - já vinham sendo desde as duas temporadas anteriores, mas ganharam substância.

Imperdível.

February 24, 2011

The Good Wife

Filed under: Uncategorized

Sempre gostei de Séries de Tribunal, desde os primórdios de "Law & Order". Afinal, não basta prender o vilão; o importante é condená-lo. Ou não. Mas gerar o benefício da dúvida e ouvir pontos de vistas diferentes, certos ou errados, é interessantíssimo.

Naturalmente, nem todas as séries de tribunal se saem bem. Afinal, além de temas que façam sentido de serem discutidos e fujam do binômio assassinato e fraude, há que se explorar com inteligência uma série de possibilidades de assuntos, que de fato ocorrem todos os dias. Sem contar com a necessidade de carisma dos atores. Não basta ter razão e os argumentos certos, mas como são transmitidos ao Júri.

A melhor soma de fatores que já vi foi "Boston Legal" - "Justiça Sem Limites" em português - que unia temas complexos, polêmicos, humor, limites do bom senso e atores sensacionais. São inesquecíveis as atuações de James Spader  e William Shatner como os advogados Alan Shore e Danny Crane. Aliás, compre os boxes hoje, pois a série é brilhante. Mais recentemente a boa "Raising the Bar" trazia bons combates e dilemas ao acompanhar de perto os Defensores Públicos de Nova York. Mas ficamos nisso, nos últimos anos.

Felizmente surgiu "The Good Wife". Por traz do tema da traição, que recoloca um advogada retirada de volta à ativa, "The Good Wife" é uma série que traz todos os elementos que compõem uma boa série de tribunal. Texto, casos interessantes, reviravoltas factíveis e atores convincentes, com destaque para Julianna Margulis (Alicia Florrick), Josh Charles (Will Gartner) e Archie Panjab (Kalinda Sharma).

Exibida pelo Universal Channel, às Quartas-Feiras às 22h00, "The Good Wife" te prende já nas primeiras cenas, e te obrigada a ficar grudado na tela, com finais imprevisíveis, onde nem sempre os "mocinhos" vencem - afinal, num julgamento é difícil saber quem é o mocinho…e é isto que me agrada nestas séries.

February 16, 2011

Vamos Nós!

Filed under: Uncategorized

Com o lema de "Os Impossíveis", desenho fasntástico que via quando criança - sim, faz algum tempo… - retomo as atividades do blog.

Com título novo, o "Fim de Feira" vai retomar a ideia original que é escrever sobre Entretenimento em suas várias vertentes - TV, Música, Cinema, Teatro, Esporte - e eventualmente tocar  em assuntos "Off-Blog", como já fiz na explicação sobre o Crise de 2008.

O objetivo é compartilhar minha visão sobre estes assuntos. E caso alguém queira discutir sobre os temas, será bem vindo. Parei em 2009 porque me faltava tempo e paciência para escrever. O tempo ainda me falta, mas a paciência voltou.

Para quem tiver curiosidade, há um histórico de assuntos já abordados, que vão desde comentários sobre Séries de TV, passando por Filmes, resenhas de álbuns - basicamente de Rock - dicas sobre viagens, e alguns rankings.

Welcome to My World! 

August 24, 2009

Fim de Jogo

Filed under: Uncategorized

A última postagem do blog foi dia 13 de Julho, Dia Internacional do Rock. Hoje é dia 24 de Agosto e não tive tempo para nenhuma atualização.

Ou seja, estou encerrando as atividades do blog.

Foi muito legal, acho que consegui falar sobre coisas bacanas, outras nem tanto, passei algumas informações. O saldo é positivo, e fica a sensação de dever cumprido comigo mesmo.

Talvez, quem sabe?, eu retorne um dia desses. Por enquanto deixarei os posts no ar e continuarei a passar por aqui, para responder comentários sobre os posts históricos. E continuarei a visitar os amigos dos blogs em destaque.

Valeu! Grande abraço a Todos!

Cesar

July 13, 2009

13 de Julho, Dia Mundial o Rock

Filed under: Uncategorized

Mas o Rock tem algo a comemorar?

Pode até parecer que não, mas tem sim.

A despeito das rádios e TV’s maltratarem o Rock, dando espaço a ritmos hoje mais populares, o Rock continua firme e forte, e mais firme e forte do que muitos supõem.

Ainda que não se goste - e eu não gosto mesmo - há muitos grupos Brasileiros de Rock no gosto dos adolescentes, como os indefectíveis NX Zero e companhia. Gostaemos ou não, lá estão eles impunhando suas guitarras e tocando com algum peso.

Lá fora também há uma série de bandas parecidas com estas que fazem sucesso, mesmo que seja passageiro e duvidoso. Confesso que me incomodam, pois tocam tudo na mesma altura, embolado, não dá para ouvir nem entender nada, mas a molecada gosta. E é Rock.

Um lance legal é ver uma série de cantoras que acabaram de sair das fraldas e agoram buscam o mundo pós-teen tocando pesado e fazendo um Rock bem festivo. Está lá, por exemplo, a Hannah Montada, digo, Miley Cyrus. É a volta do Grrrrrrl Power, em versão Disney!

Sem contar que os veteranos estão fazendo bonito. Os álbuns recentes de AC/DC, Metallica, REM são excelentes, além da volta do Guns ‘n Roses - com um ótimo álbum, ainda que propositalmente esquecido pela grande mídia - e mais recentemente a chegada do Chickenfoot.

Mais: muitas bandas da década de 90 estão voltando, como os emblemáticos Faith No More e Jane’s Addiction (a banda de Dave Navarro antes de virar Popstar).

Ou seja, por mais que tentem matá-lo, o Rock sempre se reinventa, e tal qual um Highlander, mantém-se vivo e eterno. Rock ‘n Roll will never die!

July 10, 2009

Twitter e os 15 Minutos de Fama na Internet

Filed under: Uncategorized

Andy Warhol foi um artista plástico que ficou famoso na década de 60 por algumas coisas. Primeiramente, por ser um dos mestres da Pop Art, estilo que misturava cores e conceitos de publicidade às artes plásticas em geral. Na música, foi mentor e financiador da banda Velvet Underground, de estilo marcante no rock dos anos 70. E por conta de uma frase: "No futuro, todos serão famosos por 15 minutos", em alusão à massificação da cultura.

Interessante como esta ideia se aplica a diversos segmentos, especialmente na cultura de massa, com celebridades instantâneas e efêmeras, cantores e bandas que se notabilizam por serem One Hit Wonders, Big Brothers e afins. Mas há um lugar onde isto se notabiliza, mas poucos percebem: a Internet.

O mais novo membro da "Galeria Andy Warhol de Febre Internética" é o Twitter. Não há celebridade ou pessoa comum que não tenham sua conta na comunidade dos 140 caracteres. Claro, tudo porque o mundo é dinâmico e precisamos estar conectados 24 horas por dia, já que somos multitarefas.

Mas, puxando pela memória - enquanto funciona - já ouvi falar coisas parecidas sobre vários outros "instrumentos" da Internet, como o Netscape, o ICQ, o MSN, o Skype, o Linux, o MySpace, Orkut, Yahoo, You Tube, Google e por aí vai. Todos surgiram como a nova maravilha do mundo virtual, os heróis da resistência, aquele sque bombardeariam os alicerces do estabilishment e das grandes corporações.

O que aconteceu com cada um deles?

Aqueles que sobreviveram, ou se transformaram justamente em grandes corporações, ou foram absorvidos por estas. Mas em geral, foram esquecidos, substituídos por novas tecnologias e novidades, novos membros da Galeria Andy Warhol, como hoje é o Twitter. E como ontem foram os blogs, como este.

Aguardem, que o ponteiro está girando. Daqui a pouco alguém inventa algo novo e o Twitter acaba incorporado a alguma plataforma, ou vira coisa de veterano, quase sem utilidade.

Chickenfoot

Filed under: Uncategorized

Quando foi anunciada em 2008 a formação de uma "superbanda" formada por Sammy Hagar, Michael Anthony, Chad Smith e Joe Satriani, logo pensei "Putz, lá vem outra daquelas bobagens caça-níqueis".

Obviamente, parando para pensar por apenas 1 segundo, percebe-se que nenhum dos 4 é exatamente alguém sem dinheiro e que precise de artifícios como uma reunião dessas para levantar uma grana. Logo, melhorei as expectativas, que cresceram ainda mais quando Sammy disse numa entrevista que o nome da banda seria "Chickenfoot".

Sim, nada mais recheado de galhofa e fanfarronice que uma banda se chamar Chickenfoot, especialmente numa reunião entre amigos após alguns shows no bar Mexicano de Sammy Hagar. Ou seja: rock, amizade e tequila, vindos de um bando de músicos espetaculares.

Eis que surge o álbum homônimo, após alguns meses de gravações. De cara já aviso: fazia tempo que não surgia uma álbum de Rock tão festeiro, bom, pesado, animado e brilhantemente executado como "Chickenfoot". Não há ressalva a ser feita sobre este álbum, que à primeira audição lembra fortemente os bons tempos de Van Halen - nada mais natural, afinal a voz é de Sammy Hagar e o baixo é de Michael Anthony - mas que ao longo das audições vai se dissipando e fica "apenas" a certeza de que é um grande trabalho.

A dupla Sammy/Michael já se conhecia de outras baladas, mas os grandes destaques são, sem dúvida, Satriani e Smith. Por que? Oras, Satriani é um gênio, mas um gênio que trabalha sozinho, exceção feita a alguns shows com o Deep Purple. Como se sairia numa banda? Melhor impossível. A assinatura e caracterísitca de sua guitarra está lá. Sabemos que é ele quem está tocando, mas inserido no contexto de banda, contido, inteligente, breve, prático e perfeito.

Já Chad Smith vai além. Todos o conhecem das batidas Funk/Rock do Red Hot Chilli Peppers, mas ele encara com perfeição e maestria a função de baterista de Hard Rock - faceta que eu desconhecia, ainda que o considerasse ótimo baterista - e segura a cozinha d abanda muito bem.

O álbum é uma sucessão de grandes músicas: começa com "Avenida Revolution", pesada, densa, e vai passando por faixas Hard Rock rápidas e alegres, festivas, como "Oh Yeah" e  "Down the Drain", e até baladas e coisas mais leves, como "My Kinda Girl" e "Learing to Fall".

"Chckenfoot" é daqueles álbuns que vieram para fazer história. Combinação de grandes (e famosos) músicos que deu certo, espero apenas que não seja um filho-único-de-mãe-solteira, e que seja o primeiro de vários bons álbuns. O Rock precisa disso.

June 26, 2009

Michael Jackson

Filed under: Uncategorized

Todo mundo já falou tudo sobre ele.

Por isso, sem me prolongar demais, era pra mim uma espécie de "Dr. Jackyl & Mr. Hyde" da entretenimento. Na música foi brilhante, ícone, gênio, e tão fundamental quanto os Beatles. Na vida pessoal, especialmente com o passar dos anos, um louco.

Fiquemos com a genialidade artística. Na prática, já fazia falta havia muito tempo, quando deixou que Mr. Hyde tomasse conta. Agora, de forma definitiva, será "apenas" uma lembrança de alguém que mudou a música Pop, em som e imagem.

June 12, 2009

ER e o início de sua última temporada

Filed under: Uncategorized

Apesar de absurdo atraso em relação aos EUA, começou nesta semana a 15ª e última temporada de ER. E começou de forma explosiva, dramática, triste e deixando claro que não veio para passar desapercebida.

Além da correria habitual do General County, começamos a temporada simplesmente com a morte de Pratt! Só isso!

Muita tensão, momentos de drama nas alturas, e aquilo que se esperava como natural - que no final ele se salvaria após um acidente que gerou sérios danos físicos - não ocorreu. E a última temporada começou trazendo o melhor que ER sempre teve, depois de duas temporadas bastante fracas.

Ao menos parece que a série terá um fim digno. Toda Quarta, às 22hs, na Warner. 

HOUSE - Final da 5ª Temporada

Filed under: Uncategorized

Foi uma temporada irregular, e certamente não é a melhor da história da série. Mas o desenrolar dos acontecimentos levou a um final inimaginável.

Temos que dividir esta temporada em partes, ou núcleos: há o desenvolvimento do grupo de apoio (Thirteen, Foreman, Taub e Kutner), que tomou boa parte das ações, com o comportamento conturbado de Thirteen e sua doença, paulatinamente solucionado com seu relacionamento com Foreman; a frieza de Taub e suas angústias; culminando com o suicídio de Kutner. Teve estória para todo mundo e passaram a fazer parte, efetivamente, do enredo da série.

Mais para o final da temporada notamos um foco em Cameron e Chase, desde a crise de relacionamento ao casamento, nas cenas finaos do último episódio. Ainda são importantes e abrem possibilidades de aumento da participação na próxima temporada. Especialmente por conta do "núcleo duro" da série, formado por House, Cuddy e Wilson. E aqui tivemos, naturalmente, muita novidade.

Tivemos de tudo: Cuddy adotando um bebê, Wilson indo embora e voltando e House. Durante toda a temporada, o Doutor este disperso, mais preocupado com os outros que com seu trabalho. Mais que isto, ele entrou em processo de surto, especialmente após a morte de Kutner, o que incluiu desde alucinações com a falecida Amber, até a alucinação de que teria dormido com Cuddy e abandonado o Vicodin.

No fim, a solução improvável, que partiu dele próprio: internação numa clínica psiquiátrica. Muito interessante o desfecho de uma temporada irregular, mas com bons episódios, especialmente na fase final. Mas, o que esperar da próxima? Depende de como os roteiristas trabalharão esta internação de House.

Um excelente gancho, que nos deixa uma pergunta: quando começa a sexta temporada?

Get free blog up and running in minutes with Blogsome
Theme designed by Jay of onefinejay.com